[LIVE] Avaliação inicial das emergências clínicas na pediatria
[LIVE] Avaliação inicial das emergências clínicas na pediat
[LIVE] Avaliação inicial das emergências clínicas na pediatria
a turma boa noite boa noite a todas EA todos sejam bem-vindas bem-vindos para mais um a sessão de atualização da Universidade do a PH essa sessão que acontece semanalmente sempre às quartas-feiras às 19:55 é uma live que nós estamos realizando no YouTube e o tema dessa Live de hoje vai ser emergências clínicas na Pediatria Como fazer uma avaliação inicial sistematizada para que a gente possa identificar as lesões potencialmente fatais em crianças lactentes e poder encontrar as medidas de
intervenção inicial para poder reverter essas situações são várias as emergências clínicas que existem vamos exemplificar algumas dessas alterações que nós podemos encontrar em crianças baseado nas patologias vamos falar sobre fisiopatologia sobre protocolos sobre classificação etária e e sobre toda se tem mais assuntos que envolvem mais riscos clínicas em pediatria do básico ao avançado a para falar Oi de hoje é nós temos uma convidada e a Michele Jara Michele enfermeiro emergencist a do grau em
São Paulo e estrutura de diversos cursos em vai poder bater um papo com ela vai poder se apresentar melhor e ela vai estar trazendo essas informações para a gente aqui o chamar Michele o Olá Michele Boa noite Leo boa noite Oi Michele seja bem vinda obrigado por ter aceitado o desafio de bater esse papo hoje com a gente aqui na live do ibrape é um prazer primeira vez que você tá aqui conosco eu tive a oportunidade de conhecer Michele lá em 2018 no Congresso que eu pude par ticipar em Pedro Ruan
Cavalheiro ou Ponta Porã organizado pela Liga lutem liderada pelo Arms Cardoso e eu pude assistir às palestras da Michele lá naquele dia que foram maravilhosa do Netinho Cesário também é que estaria conosco hoje se não estivesse aí não vou voltando de Manaus eu vou atrasou e ele teve que já estava confirmado para Live mas teve que acabar não podendo participar talves daqui a pouquinho ele possa entrar com a gente a depender vamos ver Michele você poderia se ap resentar para o pessoal que tá
aqui vai antes da gente entrar no tema da laje propriamente dita aproveitando boa noite para todo mundo Oi boa noite Leo Boa noite a todos que estão participando né da Life primeiramente É uma honra ou de receber esse convite né do Leonardo clement né tivemos essa oportunidade de nos conhecer no Congresso Internacional e depois disso né acompanhar o seu trabalho incrível e relação à questão de disseminar conhecimento né na área de emergência que a área que tem uma demanda muito grande né quando
a gente fala em atendimento pré-hospitalar fala né sobre disponibilidade de serviço né que a gente tem uma regionalidade imensa com particularidades então quando a gente consegue trazer uma informação né trazendo alguma evidência no que há de mais atual em relação científica a gente vai atualizando juntar nossa demanda aí tome apresentando eu sou formado há 18 anos e desde então sempre gostei de trabalhar com o paciente crítico né se vê oportunidade de trabalhar em pronto-socorro unidade de
terapia intensiva mas a verificada pelo bichinho do atendimento pré-hospitalar né e com muito orgulho essa da interior de São Paulo Itapetininga e com muito orgulho eu digo que eu fiz parte de do Corpo de Bombeiros voluntário Itapetininga cama instituição de pessoas voluntárias que fazem o atendimento pré-hospitalar aqui né então não existia samu não existe ainda o serviço Municipal organizado na demanda de atendimento pré-h ospitalar então eu sei que agradeço essa oportunidade participar desse
grupo o que foi o que abriu a oportunidade de querer se tornar mais essa área né E quando assim nesses longos anos né eu tive a oportunidade de entender que ela sempre muda né E não tem como você escolher um tipo de emergência ou não vou trabalhar só com o paciente adulto ou só com gestante ou só com criança não vou atender só trauma né Então nós não temos essa oportunidade de escolha então nós temos que estar pr eparado para tu e a partir se sentiu a necessidade da demanda de atualizações de
realizar Treinamentos e foi a partir disso a 12 anos que eu tive a oportunidade de fazer treinamento de imersão entre o meu primeiro curso né Foi de suporte básico divisa que foi maravilhoso né já começa a entender se a diferenciação do atendimento do lactente de uma criança de um adulto né em atendimento de parada cardiorrespiratória e daí foi migrando né até ao trauma do pega a tls que foi o meu pri meiro curso de instrutor ia né eu sei estrutura do phtls há 12 anos e desde então fui agregando
né os treinamentos Pensando principalmente pela minha demanda né então hoje eu sou estrutura do acelere pela sociedade brasileira de Cardiologia sou estrutura do pau se né pelo Instituto pelo ipatre sua estrutura do phtls né pelo Hospital das Clínicas pelo a mls que também é um curso E essas clínicas né dê para hospitalar fixo e móvel e oportunidade de ser instrutora da tcn que a um curso de trauma para enfermeiros que junto com a tls mas que faz uma abordagem Mas entre hospitalar pensando com
recursos de sala de emergência né então durante esses todos esses anos a necessidade de aprendizado me deu a oportunidade e trazer o outro eixo da minha profissão como enfermeira que a gente como Educadora né E hoje no nosso Brasil desafiadora né com aquilo que a gente falou a gente tem várias realidades e isso a gente percebe viajando aí pelo Brasil né que os treinamentos nos dá essa oportunidade de conhecer de norte a sul deste país e consegui trazer as informações né E vai ajudar junto
a ciência salva-vidas né numa pistão de repente com poucos recursos mas em que você tem um ar condicionado bem treinado para atender que ela demanda que tem que ter o poder de decisão Em poucos segundos né Isso depende desses profissionais então nosso tempo de ação tem que ser muito rápido talvez então só apaixonada pela emergência pelo Pré hospitala e hoje assim me completei posso dizer que me completei hoje fazendo as atividades educacionais né junto com assistência Ah que legal Michele prazer
grande né além de Michele ser uma profissional excelente intervenção ela também é uma estrutura com muita didática né Eu admiro muito isso Demorou até demais Michele para você vir participar conosco aqui no no canal e dos projetos eu pude Convidar a Michele para ser uma das professoras que nós teremos um projeto da Universidade do a PH onde nós vamos ter uma grande área de conhecimento é voltada para a pediatria eu confesso que inicialmente eu tinha até pensado Michele em colocar a pediatria
encaixada nas demais áreas né falar de Pediatria na área de trauma falar depender tia da na área clínica de setra é doutor Ivan Paiva ele tinha até me falado Leo eu acho melhor você criar uma área específica só de Pediatria porque tem muita coisa de emergência Clínica pra gente poder falar para poder abordar e a Michele O Netinho próprio Ande rson você parceiros que vão está desenvolvendo aí vários treinamentos para a gente poder é realmente se desenvolver na área de e quem trabalha no Centro
Hospitalar Às vezes a Pode até escolher né trabalhar na emergência pediátrica na emergência adulto e aí de fato vai vai atender mais esse tipo de paciente mas quem trabalha numa PH não tem jeito você tá numa PH você tá nosso ambulância a na maioria das vezes até algumas empresas privadas ainda que tem um serviço uma banda específi ca de Pediatria a outra específica de adulto e aí vai disparando as ocorrências conforme mais um Samu por exemplo é você não tem como escolher a ocorrência e muitos
locais também depois que tá lá móvel fixo ou misto né Eu trabalho no aeroporto por exemplo lá nós atendemos crianças adultos que chega e não e apesar de ser raro né ter emergências envolvendo emergências mais graves envolvendo o público Pediátrico Mas elas acontecem né E vai só tá preparado para eles então Obrigado Mic hele mais uma vez dar as boas a boa noite aí também para todo mundo que tá conosco agradecendo aí que está sempre participando eu peço para vocês ficarem no compartilhar pegar o
link da laje o Lux para lembrar aqueles que às vezes esquecem que estamos ao vivo para convidar os colegas porque sempre são conteúdos aqui que tem o objetivo de informar um controle de qualidade que vai te ajudar no seu dia a dia da prática e vai ajudar os pacientes que você vier a atender também isso aí e u já queria começar a fazer uma pergunta aqui simples é mas eu acho que vai ser esclarecedora para muitas pessoas que nos acompanham né a gente ouvi muito falar desses cursos que você
mencionou que você instrutor bls aqui é um curso de sbv especificamente mais conhecido aqui no Brasil da American Heart Association é o phtls mas eu não confio de trauma lá da M E em se tratando de Emergências clínicas de suporte avançado a gente ouve falar de basicamente três cursos a gente ouv e mais falar você falou do AMS ou até consistentemente com um livro aqui eu tava até dando uma lida nele às voltas com remuneração livro que eu também é um curso que eu também fiz receber indicação para
ser instrutor também esse curso excelente curso que aborda emergências Clínicas São forma Ampla no adulto e aí você falou do AZ São Paulo explica para gente qual a diferença basicamente entre acls pals e a mls Qual objetivo didático de cada um Quais são os assuntos de cada um a borda acho que é uma dúvida que muita gente tem Eu já tive e de repente após dar essa esclarecidas O interessante é o a cms né o curso da América Heart ela iniciou no Brasil em 96 né então junto com um cone
época considerado como concorda é a Sociedade Brasileira de Cardiologia junto com a esse eles acabam encaminhado uma equipe né para os Estados Unidos para difundir nessa didática essa formatação de treinamento aqui no Brasil então nós temos o ACS desde 96 né e o que o ace lerar seu hoje ele aborda ele aborda as principais não todas mas as principais emergências cardiovasculares né e o que chamou muita atenção dentro desse curso é sobre as atualizações em cima de uma diretriz Então a gente tem um
comitê internacional de reanimação que ao Incor eu estou de períodos da de cinco em cinco anos né várias sociedades do mundo se reúnem na inclusive americana Associação americana do coração né ah ah e a partir disso cada sociedade trabalha a sua diretriz e o c urso da Celeste ele é baseado em cima da diretriz da ar né e inclusive até a última atualização que houve né foi agora em outubro do ano passado de 2020 Então já neste ano já vai ver o material novo sobre a formatação do curso né que
cada atualização de diretriz é formatado o novo curso e o que que trata né o a cms ele faz desde a abordagem de parada cardiorrespiratória e suporte básico né que se tem treinamento junto a ideia que inclusive eu costumo falar não mas tá são extrem amente importante no curso porque quando você fala de suporte básico você não dá tanto valor né Parece que o que vai fazer a diferença suporte avançado e eu falo até para as pessoas que a gente deveria considerar Vocês passam Como suporte essencial a
vida né porque o que dentro de ciência né tem maior nível de evidência de reanimação é uma RCP de qualidade EA de circulação precoce Então se isso não for bem realizado os recursos e suporte avançado vira Perfumaria né então é legal aqu i dentro do curso tem uma estação né que traz para os alunos ao princípio do suporte básico de vida embora exista um curso específico né só de suporte básico de vida então nesse curso abordado isto tem uma oportunidade de manejo Devia era para conhecer né
dispositivos oxigenação e ventilação e abordagem Devia era e a partir disso começa a ser a migrar para protocolos e algoritmos de suporte avançado porque o ACS é não é um curso de supletivo em cardiologia então o que que ele vai trabalhar os algoritmos e parada é né aí a gente já tem os recursos com a equipe do avançado que a partir disso o foco É treinar muito Henrique né aquilo que eu costumo falar algoritmo se decora o difícil você conseguir aplicar esse conceito na equipe E a equipe junto
com você entender quais suas prioridades porque emergência nos atende sozinho né então toda a equipe ela tem que estar sincronizada ela tem que entender Qual que é o próximo passo a importância da sua função dent ro do atendimento né porque a gente fica só focado no Líder né E às vezes fica até uma carga pesada em cima do líder como se toda a responsabilidade fosse dele mas não o sucesso do desenvolvimento da equipe então a Celeste ele buscar esse trabalho também né sobre essa dinâmica aí aqui
e a partir disso trabalha os ritmos e parada ritmos desfibrilháveis e remoção de seguir lápis e uma oportunidade também né de treinamento de taquiarritmias estáveis e instáveis e Brad arritmia ah e ta mbém organizado o algoritmo do AVC AVC isquêmico Agudo né passado sobre toda a cadeia de sobrevivência da vai ser aguda e da Síndrome Coronariana Aguda então ele traz uma margem inicial para o emergencista para pessoa que está lá na ponta Então é isso que a gente fala no coisa da Série S né Nós
não estamos aqui para dar o tratamento definitivo as nós estamos aqui dando a oportunidade para esse paciente e ter o acesso ao tratamento definitivo ou seja nós temos a oportunidade de ti rar ele das emergência né então a série A Série basicamente né ele acaba trabalhando esse contexto e é inclusive no Brasil teve até a pergunta que surgiu aqui que é qual são os pré-requisitos para fazer esses cursos é não sei como é que tá hoje Michele Mas se eu não me engano no Brasil para fazer uma Celeste
tem que ser enfermeiro ou médico correto ou tem outros outros profissionais que também consegue fazer esse curso isso a princípio no Brasil está autorizado a ser realizado né o curso por médicos enfermeiros e estudantes do último período último ano da graduação de enfermagem medicina mas a princípio né a liberação é para ser feito para médicos e enfermeiros né e é muito tão acidente fica viu depois eu falo pode continuar romper depois vai fazer minha criticar essa essa questão é então é
interessante porque trazendo um pouco o papel do enfermeiro né Às vezes as pessoas assim não mas quem faz esse curso da conduta né na verdade você como enfermeiro v ocê faz parte de ações você é O Executor e as ações né prescrições médicas e você é o líder da equipe lá da emergência Então quem é responsável pela equipe técnica é você então em primeiro tem que saber sobre essa organização essa sistematização e ele só conhece só consegue organizar sua equipe né conhecendo os naquele atendimento
de parada então intuito de enfermeiro é esse né participar do curso para que ele consiga a gente passou a equipe e nessa sistematização da atendimento s eja numa parada cardiorrespiratória ou não né nos Estados Unidos nós não temos essa organização no pré-hospitalar com médicos enfermeiros técnicos Condutores são para médicos e técnicos de Emergências que possam ambulances e quando a gente fala de um suporte avançado de vida na parada cardíaca seja de um adulto ou seja de uma de uma criança não é
também só um médico e um enfermeiro que tá ali é que estão ali atuando por mais que o diagnóstico e certas condutas e certas indicações e pa ssei aí e o ato de passar o laringoscópio por exemplo é uma coisa por exemplo do médico mas eu sou muito defensor sabe Michele da gente conseguir criar formatos mais integrativos de capacitação que envolvam também outros profissionais que não são contemplados nesses treinamentos o que eles fazem parte do atendimento estão ali no a unidade avançada onde tem o
técnico de enfermagem o condutor de veículo de emergência onde cada um vai ter o seu papel fundamental dentro de um atendimento de suporte avançado de vida Olá eu sou o defensor Eu acho que o as MS são realmente maravilhosos São cursos transformadores incríveis toda vez que eu fiz um curso começou sair transformado mas eu acho que também interessante a gente trazer formas e Aqui nós temos muitos profissionais que nos acompanham que são do suporte básico de vida e eu me sinto muito
confortável para falar de suporte avançado e de coisas mais específicas de condutas médicas e de coisas mais esporte intermediário também para aproximar de suporte básico porque eles eles fazem parte desse atendimento avançado quando eles estão inseridos numa equipe e esse e esse atendimento avançado ele traz um contexto maior para ele atuar com mais assertividade em qualquer tipo de atendimento Claro que a gente sempre faz isso com muita responsabilidade e nunca eu vou chegar aqui para dizer
Olha você vai lá pega o laringo então o paciente vai lá faz uma descompressão torácica a gente jamais va i incentivar isso para passar por cima de uma de uma legislação de uma recomendação de algo ético moral jamais a gente precisa realmente dessa integração então todos vocês que não são profissionais assim médicos e enfermeiros e sintam-se bem-vindos essa Live que a gente vai falar de bastante coisinhas de esporte avançado também porque faz faz todo sentido vocês estarem aqui e duas LS para o
paus entrou na Pediatria né O que é que o paus por exemplo eu tô trazendo esse contextualiza ção aqui pra gente entender qual é a diferença que existência entre essas abordagens a nível de um treinamento tão importante como é o a CLS o caos é para a gente entender e depois a gente entrar justamente e como é que a gente aborda esses assim Ah é Então Michele no caos O que é que tem de diferente do acls qual é a abordagem porque se diferenciar adulto e criança esses cursos bom então Paulo se ele
acaba sendo porque tem um curso mais denso né porque a gente nós costumamos fala r que a criança é Generosa para nos mostrar sinais e sintomas LED e ela está deteriorando né que ela tá apresentando se naquela pode ficar grave mas é extremamente importante que se faça uma avaliação completa dessa paciente né uma avaliação direcionada e a gente vai estar depois até um pouco sobre o eixo né como a gente começa valendo uma criança qualquer atendimento da avaliação primária porque a prioridade
o princípio e se manter né O que a gente muda é o que que a gente te m dirigido os sinais o que que apresentado pela criança que pode ser um agravamento então o paus ele tem a oportunidade né ele trabalha bastante essa essa também tem uma estação de suporte básico né e suporte básico que comporta tanto lactente Oi e a criança né Então como que a gente classifica na emergência né a faixa etária que não comporta dentro do pausa é o RN porque não se fala sobre reanimação Neonatal né então
fica especificamente para outros cursos de reanimação Ne onatal então o caos tem que ele contempla aquela criança que teve alta da maternidade né às vezes pessoal fica até um pouco confuso mas Michele se eu sou chamado para que a reanimação Neonatal ela tem uma frequência diferente de uma reanimação pediátrica né Por exemplo a forma como eu Renew numa sala de parto no berçário no mal tem natal é diferente a forma como eu reanimo no pré-hospitalar a não ser que seja uma assistência né de
parto assistência ao RN né ele acabou de nas cer levou manter como uma reanimação Neonatal mas se eu chego numa residência para fazer um atendimento de uma parada cardiorrespiratória e a mãe fala assim ali tem 10 dias ele tem E aí deu certo ele tem que peso super liberado então a gente não vai fazer a reanimação Neonatal nesse sentido né a gente vai tratar realmente como lá que tem que vocês como se ele tivesse acima de 28 dias então ele mas o que a gente considera no colo Então a gente trata
o suporte base colocar os também considerando lá que tem a alta da maternidade até um ano de idade e depois a gente entra na faixa etária da criança que para nós a gente nós procuramos simplificar também que acima de um ano até nós sexuais secundários então não fico lá na faixa etária até 18 anos como você faz fazer eu até 16 anos né tem algumas referências assim então para nós no pré-hospitalar tem que ser uma situação mais simples né então o que que é uma criança é uma dívida acima de um ano
até sinais e puberda de Então esse é uma classificação para isso paciente apresentou sinais de puberdade a gente vai perder mas como a looks então no palco tem essa oportunidade de trabalhar né a suporte básico de vida inclusive ideia né porque ainda tem pessoas que ficam um pouco Incomodada com o uso do de mas já usou de não beber né vai usar o dela uma criança então a gente retoma o princípio né da indicação da de sibilação né a importância dela né então quando o mesmo que eu penso entenda a
criança um bebê canse de uma causa de parada foi no ritmo não desfila veu eu posso ter uma história de cardiopatia associada que o que você tinha ele pode estar e fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso e se eu tenho uma ideia para assistir ele naquele momento é o que vai ajudar na reversão da parada né então a gente trabalha bastante esse conceito na Pediatria também e eu preciso gente ó só fazer uma observação em relação ao que você falou que achei muito interessante uma
dúvida que surge muitas vezes e eu nunca tinha ouvido alguém explicar escutando tá clareza essa questão dos Protocolos de neonatologia aqui que não são abordados nem do bls nem umas LS por exemplo e foi muito legal Michele explicar dessa forma né que por mais que nem o natos né como eu tenho aqui nos lados que Michele trouxe para gente mas que nem eu nasci seja o indivíduo de até 28 dias de vida do Nascimento até 28 dias mas essa questão da reanimação neonatal a ser mais uma questão voltada para
o período perinatal ou para o Centro Hospitalar para aquela equipe qualificada na maternidade para esse tipo de reanimação e eventualmente para a equipe de a PH com essa capacitação ali no momento do parto e por mais que esse lá que Tente se Neonato tem a 10 dias devido ao 15 dias tá fora do hospital e você vai atender então você vai fazer o mesmo protocolo que você aprendeu para o lactente em um Neonato pode definição é essa dúvida surge muito que o pessoal perguntou tá mas por que então nem
todo profissional o pessoal e sbv ele ele tratou a fora do hospital em casa na rua ele não precisa conhecer o protocolo de atendimento ao Neonato ele pode precisar ter o contato com esse protocolo assim como eu defendo esse profissional teu o acesso ao as LS o caos para quando ele foto lá no equipe de suporte avançado de vida dentro de uma dentro da unidade avançada alta imóvel por exemplo mas muito legal Michele ficou foi bem esclarecedores que você a gente está Tô c om seus slides abertos aqui
inclusive qualquer hora que você precisar você pode chamar aqui os lados que você quiser tá sim pode continuar Michele então é essa base está extremamente importante né eu sobre o cuidado da compressão qualidade de compressão qualidade de ventilação e é legal até aproveitando que a gente está falando sobre na reanimação a gente vê pouco treinamento né as pessoas têm medo de remar bebê temer e do existem ainda alguns cuidados então inclusive Quando você vai fazendo desse bilador se você não tem
clicar né você vai usar adulto às vezes pessoas fazer mais vai usar um adulto sabendo que ela não tem a carga né é atenuada com uma pá pediátrica né aquele é benéfica mais benéfico para um paciente a chance de ele sair de uma fibrilação ventricular ele tá vivo né porque a gente deixar de decidir lá que às vezes cortar uma dúvida que ao contrário não funciona os Amapá pediátrica no adulto ele não vai estar efetividade por isso eu não tenho uma p ediátrica eu posso usar né na criança a pagar ó é
interessante porque acaba acertando no mercado vida né então a gente amar oportunidade de esclarecer isso no corpo e as estações desde acesso intra ósseo né porque hoje é uma demanda que acontece no serviço pré-hospitalar e às vezes é muito difícil de conseguir imagina aquele bebezinho gordinho e PCR né às vezes nossas periférica ficar difícil ali então a oportunidade de se ter um acesso intra ósseo no classf calar ele é muito bem-v indo né então se tem mais estação de habilidades é isso isso é
só de habilidade de abordagem de via aérea desde dispositivos oxigenação cu em relação que Inclusive a diretriz atualizam né as diretrizes da American Heart sobre frequência ventilatória na criança Inglaterra e antes a gente faz nós fazemos né Uma ventilação a cada 3 a 5 segundos então aumentou se a frequência no então intervalo a cada 2 A 3 segundos é uma parada respiratória ou Se informa uma parada cardiorrespiratória que eu via aérea avançada ele acabou ficando a mesma sequência né então é
legal que a gente essa mudança pensando é importante sobre a questão de oxigênio nessas ventilação do paciente Pediátrico e as dúvidas que acabou surgindo né sobre dispositivos abordagem de via aérea Oi e o interessante quando a gente vai para avançado a gente começa a trabalhar com as principais emergências que são as respiratórias né então entra toda a sistematização e avaliação do paciente Pediátrico porqu e você trabalha desde emergências relacionada à obstrução de via aérea superior
emergência relacionada à vieram inferior uma situação que é muito comum na Pediatria também que é as doenças e parentes mané como infecção pulmonar e também uma situação que pode acontecer na Pediatria embora não tenha nenhuma alteração pulmonar mas o paciente pode apresentar uma falência ventilatória que é sobre falência ventilatória por distúrbio do controle Central respiratório e do sorteio alg uma alteração neurológica importante né inclusive na Pediatria gente leva algumas situações que
pode causar isso como intoxicação que pode fazer isso agravou ventilatório então a gente acaba abordando também as emergências ventilatórias também a participou lá fora né então é e mandamos a questão do princípio que é um choque na Pediatria Nem acredito que eu mais comum ainda esse tenha a tratar da emergência até pré-hospitalar ainda é o choque hipovolêmico né e a gente acaba enfati zando os cuidados do Choque hemorrágico e também não choque não hemorrhage porque é uma situação comum também na
Pediatria choque séptico né a gente acaba falando sobre o choque distributivo em si e trabalha dentro do distributivo Choque séptico anafilático choque neurogênico né e entramos em classificação de choque cardiogênico e choque obstrutivo então a gente fala sobre algumas causas de choque obstrutivo E aí a gente vai para o forte da Pediatria que a gente brinca né que são os i nstrumentos e ritmos cardíacos né a gente costuma falar e é realmente as pessoas não vinculam muito cuidado de uma
monitorização cardíaca na criança não é um costume é isso né mas é importante a criança né com alterações circulatórias que os sinais embaixo dela tô trabalhando que ela tem sinais de choque e pode ser mistura de ritmos a princípio né então entender Qual que é a repercussão de uma Brady arritmia uma bradicardia sinusal como a estação mais comum na Pediatria que pode acontecer deixa eu ver ritmo como taquicardia supraventricular taquicardia ventricular como que vai ser abordagem nessa criança até
chegarmos na condição de parada não entendemos Qual que é a particularidade do algoritmo e suporte avançado né nos sentimos que são desse lavei senão desfibrilaveis da na parada então ele é bem grandinho então Face dela e aproveitando Tô vendo que o David Cavalcante pesquisa falar deixa eu te falar o seguinte então só para a gente entender uma atuali zação tá bom na diretriz anterior da American Heart tinha uma orientação de ventilação uma parada respiratória tivesse o passeio de cozinha era
moça Ah não você tá lá com a bolsa para ambú ventilando era uma ventilação a cada 3 a 5 segundos né E se o paciente de repente tivessem entubando paciente Pediátrico né porque quando a gente passa está entubado não existe mais aquele sincronismo de compressão ventilação então quando a gente está em dois socorristas fazendo a reanimação ca rdiopulmonar da Pediatria nós realizamos 15 compressões para duas ventilações então quando você aborda uma via aérea avançada não se tem mais esse sincronismo
então na diretriz anterior cvent lava uma vez a cada seis segundos então pensar em um minuto você faria lá na parada 10 ventilações agora entende-se que o paciente Pediátrico latente ele demanda de uma frequência ventilatória maior né para você compensar né aquela condição de hipóxia que ele possa estar apresentando inclusive na parada consegui corrigir a principal né que você gente vai pensar em uma parada cardiorrespiratória e ficou volemia falar no topo para você tentar corrigir identificar
se uma causa plausível né então se facilitou então agora Independente se você tem uma via aérea avançada na parada cardiorrespiratória ou se você está fazendo uma ventilação uma parada respiratória vai ser a mesma frequência então vou fazer de 20 a 30 ventilações então vai ser a cada 2 A 3 segundos eu intervalo par a ventilar tá bom só para gente ir trazer essa informação interessante aí da última diretriz tá efeito perfeito Michele até escrevi aqui o resumir um aqui no quadro né isso aqui era a
recomendação anterior então deixe 2020 pararam de recomendar uma cada 3 a 5 segundos na respiratória e pararam de recomendar uma cada seis segundos nave era avançada que continua no adulto Mas na Pediatria foi todo Unificado aqui para uma ventilação a cada 2 A 3 segundos você já uma frequência de 20 a 3 0 por minuto como Oi Michele trouxe para gente aqui então vocês viram que é o pau em comparação ao a saliência até Michele comentou é um coxo mais denso porque ele acaba abordando tudo que o as LS
aborda no adulto a ele Talvez não dá mesmo assim fazer não sei eu acredito eu ainda não fiz o paus Michele Mas eu acho que não dá mesmo assim faz e para síndromes coronarianas e AVC que também não são praticados dentro do deu não são praticados dentro do assim Aliás não é São citados mas não tem Estação prática propriamente dito não é o foco é muito mais lembrar de arritmia está aqui arritmia cpcr cuidados pós-pcr e lá na pediatra vai ter todas essas práticas mas também essas outras patologias
que envolvem alterações da letra b a letra A da letra B da letras e também né É E essas alterações respiratórias enfim além das próprias os próprios problemas cardiológicos O correto é corretíssimo e o que que é interessante no pausa né a Às vezes as pessoas ficam muito focadas j á de cara e querer fazer manobras avançadas né a gente costuma falar a gente o básico é rápido ele pode ser efetivo e salvar a vida naquele seus poucos segundos decisão né então às vezes isso aqui vou com muito grande né
até pensando aqui né Tem uma pergunta a falar sei o que que se deve fazer para um paciente com insuficiência respiratória né Acho que o fato da gente já consegui identificar esses sinais e sintomas eu vou iniciar minha avaliação Inicial entendendo o que que eu consigo realizar de Conduta e pensando basicamente no meio vocês respiratória o suporte básico consegue fazer manobras muito rápidas e efetivas inicialmente para conseguir oxigênio event lá porque às vezes as pessoas ficam muito focadas
não tem que tomar o paciente tem quinto ba Calma se paciente não precisa agora ser entubado mas ele precisa agora ser oxigenado e ventilado que inclusive quando a gente a passagem de via aérea um dos critérios para se ter uma vier a segunda e segura efetiv a é aprox indígenas ou que às vezes as pessoas negligenciam isso ficam tão ansiosas para querer resolver uma situação e acaso e acabam deixando de atender essa necessidade básica Que você realiza rapidamente como procedimento básico né então a
gente vai acordar sobre o que que se avalia o que se faz uma insuficiência respiratória excelente Michele Michele me permita vou trazer um convidado para nossa Live que eu não acabei não divulgando a presença dele porque eu não tinha tido a con firmação que ele poderia participar ele tava de plantão no SAMU sair às dezenove horas e às vezes a gente sabe que tem aquelas ocorrências de final de plantão que esqueci estendem um pouquinho né Graças a Deus não aconteceu Ele conseguiu chegar para
participar conosco E aí eu vou chamar Esse cara é a primeira vez que ele tá aparecendo conosco aqui na no ibrap trata-se de Dr Wenderson Araújo o remédio Aliás ele tem um currículo um pouco um pouco impressionante porque ele tem uma história um pouco diferente vai lá da pouca idade é é um negócio interessante ele vai explicar para gente mas resumidamente ele ao médico hoje estamos Euro né da Gema e Raiz um cara muito fera e R3 de gineco-obstetrícia um cara que tem chamado muita atenção aqui na
Bahia em salvador pela excelência no atendimento dele e é um cara muito diferenciado vou chamar aqui o Anderson o Anderson Boa noite meu querido tudo bem Tá me ouvindo Boa noite eu tô ouvindo sim olá Michele tudo certinh o me perdeu em árvore ou atrasa e não ter confirmado antes mas como o Léo falou teve a questão do plantão e você sabe nessas intercorrências que aparecem são as vezes inesperados né e é muito legal e aí o Anderson ele está falando aqui é o Anderson antes de você entrar
com Michele da diferença né da classificação de diferença entre a CLS e aos você também instrutor ou esse treinamento ela falou da diferença entre o atendimento a reanimação Neonatal que até uma área até bem dominada pelo pelo obstetra né que é o caso do Whindersson inclusive nós vamos tá trazendo junto ainda também vai ser profissional Universidade do a PH está planejando tanto área de conhecimento de Emergências obstétricas contra a parte de neonatologia O Anderson já teve até oportunidade eu
ouvi falar do Anderson antes de conhecer ele porque ele fez uma cesárea pele morta em uma PH né cuidado tipo da coisa que a gente faz todos os dias salvando a mãe e e o bebê também é então foi foi foi Vitoriosa até se você puder depois antes comentar alguma coisa A esse respeito é vamos fazer esse bate aqui tá eu vou ficar aqui com o moderador aprendiz com duas férias aqui e eu vou fazer essa esse bate bola a gente vai estar falando a gente já falou bastante sobre a questão da classificação
etária já falamos sobre Quais são os conteúdos abordados um paus a ideia seria trazer agora o exame primário abcd é o que é que a gente busca identificar tratar na Pediatria quais os d ias que levam a mais uma alteração mais outra que a gente pode fazer no sbv no suporte avançado mas antes disso queria passar para o Anderson se apresentar Fala um pouquinho ainda só quero que você fez antes de começar a medicina e depois da Medicina o que é que você tem feito para gente continuar esse bate-papo
que tá muito gostoso aqui tranquilo é eu assistir um pouquinho aí sim seja correndo mas eu consegui ver algumas das explicações de Michele fica aqui um pouquinho no cantinh o assistido para saber o que é que eu conseguia né captar um pouquinho nessa experiência fantástica do que Leo tinha me passado de Michele aí das suas experiências parabenizo aí Fico muito honrado de estar aqui fazendo parte dessa desse grupo aí de Gigantes né é eu como é o Léo falou eu não sou tão novo assim tá gente eu tenho
meus 31 anos eu sou médico tá antes de ser médico eu já trabalhava dando aulas o professor por formação sou biólogo tá formigando nessa de Federal aqui em Salva dor e fiz mais tá o depósito doutorado em química Então eu tenho uma gama de experiência associada a uma docencias associado a uma experiência com farmacologia e outras coisas que eu tenho uma paixão específica depois disso eu na medicina acabei indo mais para o lado da ginecologia Obstetrícia eu divido uma paixão entre a emerging o seu
paciente crítico trabalho com UTI má perna né paciente grave gestante e tá mais uma PH que é uma paixão sem inenarrável é na assistência aqui no SAM U de Salvador e aí tem algumas experiências que eu vivi coisas que as pessoas acabam chamando de pé frio de um lado mas são muitas coisas que eu acabei vivendo aqui e aí combinou uma corrente essa muito marcante quanto cesária pele morta em que depois eu dou uma comentado comigo sobre isso com vocês na já Convido os parar o meu modo no aniversário do
PH e que eu vou fazer uma abordagem também sobre eu vou trazer essa experiência e a gente vai falando aí sinto muito lisonjeado de estar aqui e o que eu puder contribuir e não tenho a experiência de Michele mais fácil Em algumas instruções também aqui no suporte de dívida né em pediatria e vamos conversar um pouquinho para ver o que a gente consegue ajudar nessa Live é muito bom muito bom que legal é então vamos dar continuidade vamos entrar no primeiro Michele você poderia trazer para gente
Quais são as principais diferenças fisiopatológicas de forma resumida que tem entre o público Pediátrico e o público adulto e o que faz com que a gente mude você falou que os princípios são sempre os mesmo né os princípios são imutáveis Mas algumas preferências acabam mudando a dependendo da condição do doente e a condição da Pediatria muitas vezes vai ser diferente da condição do adulto que vai levar um atendimento diferenciado e por isso que a gente precisa de uma capacitação específica que
que explica essa diferença fisiopatológica na maioria das vezes e aí na sequência entra no exame primário explic ar pro pessoal aqui o que fazer em cada uma das etapas da avaliação é muito bem interessante né quando a gente fala em particularidade na Pediatria a gente tem várias situações e da anatomia e da fisiologia que vão intervir nas nossas condutas né então por exemplo uma criança né o posicionamento dela é fundamental para uma abertura de via aérea então muitas vezes a forma como ela está
numa maca ou a forma como ela está posicionada né numa prancha Pode fechar via aérea Então o que a g ente fala essa essa particularidade anatômica é muito importante para você conseguir manter uma via aérea aberta né pensando nessa prioridade então a gente fala pessoal nosso particularidades Né desde uma via aérea que ela é mais estreitada né Ela é mais curta a criança né quando a gente fala de posição de cabeça a gente se preocupa inclusive com posicionamento com coxins para conseguir retificar
essa via aérea tô até pensando em particularidade no adulto Quando você vai abrir via er a que você faz a hiperextensão na criança você não pode fazer isso né porque que você faz em hiperextensão você também faz um fechamento de via aérea e tu é muito preocupante pensando nessa particularidade a retificação dela fazer esse alinhamento então pensando em atendimento pré-hospitalar é interessante que a equipe tem um cochilinho dispositivo que a gente possa colocar entre as escápulas né
para conseguir identificar né crianças menores ou até na região septal e cri anças maior atender essa demanda né e muitas vezes a resposta a fisiopatologia da criança Ela é mais contestatória quando você tem uma demanda primária quando está relacionado muito a hipóxia né a gente percebe que uma criança ela pode deteriorar rapidamente né Por uma obstrução de uma via aérea superior ou porque ela tem uma patologia pulmonares o que ela não consegue oxigenar mas quando você consegue suplementar
e consegue ofertar Uma ventilação adequada isso melhora essa def iciência que ela apresentou rapidamente Então ela consegue no certo princípio com compensar essas deficiências mas ela afunda muito rápido então aquilo que eu falei as crianças são muito generosos para nos mostrar sinais né de alteração de deteriorização então nós temos interv né de forma que ela tem uma resposta mais adequada assistência né uma outra situação sobre a resposta fisiopatologia é a perda de volume criança
compensa muito bem perda de volume né até que ela te m uma perda muito grande então por exemplo quando a gente fala muito no trauma né criança com perda uma classe 3 ou 4 de choque quando ela chega Nessa condição ela é extremamente grave mas só que antes ela mostrar esses sinais circulatórios ela tá me tô mostrando alterações ventilatórias que não necessariamente é apresentada por alguma deficiência ventilatória específica seja pelo trauma alguma lesão torácica Mas ela já está entrando
em mecanismo para tentar compensar aquel a perda volêmica que ela está apresentando né então nós percebemos que a criança é muito dependente da parte de oxigenação e ventilação e essa alteração ventilatória ela pode ser especificamente parte de uma alteração de outros sistemas como a circulatória né inclusive criança a gente se preocupa muito com essa neurológica da criança até que se prove o contrário o rebaixamento de nível de consciência polipox é mas só que a gente não pode esquecer de outros
fatores são importantes como a hipoglicemia a gente foca muito na questão de hipoglicemia né criança tem uma reserva pequena de glicogênio então além da hipóxia que eu estou tentando corrigir e pode ser o fator de rebaixamento de nível de consciência é Já chegasse fator glicêmico né para gente restaurar a condição inicial do paciente excelente Michele eu vou eu vou Michele fez um resumo aqui fisiopatológico e também já vou já sobrevoou algumas coisas aqui do lado da avaliação Inicial que a gente
vai entrar nessa discussão Michele para o Anderson se conectar aqui com o material que você preparou eu vou passar rapidamente aqui tipo vou passar todos os slides que nós temos aqui disponíveis que é o que a gente vai estar discutindo daqui para frente porque aí o pessoal já tem uma ideia do que a gente vai discutir E aí O Anderson já sabe o que a gente tem de material de repente se quiser puxar o material para mostrar um outro a gente pode ir passeando pelas avaliação primária tem esse slide
aqui para falar sobre a classificação isso é uma coisa que a gente já mencionou no RN é lá que tem de crianças depois tem essa visão geral aqui do Triângulo da avaliação pediátrica EA visão Geral do ABCD e o x tá ali meio a parte que não é não é muito tema da Live de hoje mas avaliação clínica Apesar que tem esse isso quer controle maldição grande que é importante no trauma Oi Michele trouxe para gente aqui e já falou algumas coisas relação a via aérea algumas peculiaridades algumas a gente vai
tá falando aqui alguns dispositivos a questão da da respiração da diferença entre a frequência respiratória normal de uma criança por exemplo dispositivos temos aqui tá nos slides para falar sobre as peculiaridades relacionadas com avaliação da circulação também temos aqui algumas coisinhas para falar sobre a letra D da avaliação neurológica escala de Glasgow e posição e por fim avaliação secundária Quais são os slides que nós temos aqui disponíveis para estar discutindo e a ideia dessa
Live realmente é fazer esse o Vergil Essa visão geral para que o pessoal entenda é em linhas Gerais qual é a diferença fundamental que tem entre crianças lactentes e adultos e trazer a conscientização da necessidade de enxergar essas indivíduos dentro da sua natureza fisiopatológico e não querendo adaptar aquilo que já sabe do adulto para criança como se fosse um adulto pequeno Tá vendo você gostaria de completar alguma coisa em relação ao que foi mencionado de fisiopatologia porém não não leva
assim é muito interessante essa parte que que me escreve falou é porque a criança eu costumo dizer é muito isso é a criança costuma dizer e dar muito sinais de gravidade é antes de evoluir com o material uma situação potencialmente fatal né então vocês nós dividimos muito isso dessa forma você tem um período é de uma falência né de uma insuficiência respiratória ou um período de um choque que seria uma descompensação volêmica é ou uma arritmia né que seria uma out ra condição E essas ambas vão
culminar numa parada cardíaca mas antes de chegar a este ponto a criança lá sempre vai te dar muitos outros sinais né nem sempre os sinais por exemplo de uma insuficiência hemodinâmica né num choque vai Demonstrar com uma pessoa na sua avaliação já lá na Sé e por exemplo né ou na avaliação primária da é como uma hipotensão então assim é muito importante que nós estejamos atentos a esses sinais de gravidade e avaliação primária é tem até uma parte muito interessante Michele vai falar tem muito
importante que seja essa parte de você fazer uma abordagem uma avaliação inicial para que você tinha a impressão desses doentes aí é na impressão que você consegue identificar os potenciais de gravidade mas assim super tranquilo nenhum outro comprimento tá fazendo ponto de vista fisiopatológico é a impressão geral que você mencionou o Whindersson é é um aspecto que eu acho muito importante tanto no trauma conta no Clínico no trauma para voc ê identificar através do mecanismo do trauma através da
situação é dada variação de Jade longe do doente Qual é a abordagem que você vai fazer daquele doente porque realmente aparentemente inconsciente abordagem uma são noite agitada em outra está em decúbito dorsal E então a história que tu ventral é outra está aparentemente sangrando muito é outra então isso é importante é sempre ação geral e que e que lá na parte Clínica com essa impressão Geral de também observar a situação a cen a como está você pode ter alguns alimentos sobre a possível natureza
da doença né e eu tenho um algoritmo do do Limiar que eu acho muito legal ele faz é um algoritmo Universal ou até seu Puxa aqui é para mostrar para vocês o algoritmo que é um algoritmo que objetiva trazer abordagem Inicial através de um infográfico para qualquer situação de trauma ou clínica E aí ele faz esse paralelo entre cinemática e natureza da doença é essa natureza da doença vai te dizer como abordar porque as emergências Clínicas São as são diversas e abordagem que você vai fazer Vai
depender daquilo que você vê nessa interação geral que eu ainda são trouxe ai ai tá bom Michele vamos dar continuidade Então eu vou passar esse slide aqui o pessoal tá pedindo para compartilhar os slides aí eu vou compartilhar nos slides E aí também de vez em quando na hora que a gente vai debatendo discutindo alguns pontos a gente volta aqui para gente tá então tem esse processo slide da questão do triân gulo de avaliação pediátrica e essa visão geral da avaliação primária eu queria que você
trouxesse o a importância desse desse aspecto e depois a gente entra lá no ABCD e falando sobre as diferentes peculiaridades O legal é esse triângulo da avaliação pediátrica é muito interessante porque são informações rápidas para a gente tendo o paciente né E ela é visual e sonora então o que você está vendo escutando ela vai te direcionar entender algumas situações a gravidade do paciente né então a gente traz aqui três pilares pensando nisso né Porque conforme a minha avaliação iniciado nesse
triângulo eu posso seguir um caminho pode ser a suspeita de uma parada cardiorrespiratória eu fazer avaliação como parada ou para me mostrando que uma criança grave né E que eu preciso da recursos com ela mas a minha avaliação considerando como é um paciente Clínico eu começo a pela via aérea né então Quais são esses quesitos é o que que esse visual o que que o que que é o diga par a a gente entender que de gravidade o que que seria aparência né é a consciência o estado visual neurológico que a
gente tem do paciente pedir a eu sou situações que me chama atenção é uma criança Alerta é uma criança com reatividade ou ela está sonolenta é uma criança agitada é uma criança inconsciente você não vê nenhuma movimentação dela então essas informações iniciais da aparência já me chama atenção né E quando se fala e respiração eu posso perceber ruídos audíveis como por ex emplo uma situação de estridor né Então aquela criança que faz um barulho de que sua vieram superior para parcialmente
obstruída Então me mostra que ele tem uma ventilação presente mas que ele pode estar apresentando sinais de desconforto ou até de insuficiência respiratória então o padrão ventilatório ele me mostra você está presente ou não esse está presente o que rapidamente me mostra nesse visual é uma criança né com uma frequência mais aumentada não estou querendo conta r frequência mas eu consigo perceber sinais esforço eu digo perceber sinais e frequências se ela faz uma posição para conseguir ventilar
melhor né E a última parte né a base a circulação ou seja tome servando a cor desse paciente né a criança está corada ou a criança tá pálida ou essa criança então imagine o conjunto de informações da sua avaliação do triângulo de avaliação pediátrica um exemplo né você chega para fazer o atendimento é solicitado para atendimento de uma criança qu e hora que você está chegando próximo dela você nem tocou nela você percebe que ela tá com os olhos fechados sem movimentação você tem impressão que ela
não respira e ela tá cianótica essa informação visual que que pode nos remeter pela gravidade da criança e pode ser uma possível parada cardiorrespiratória É verdade então vou fazer shikajin pelos eu bebo chegar a responsividade eu já vou rapidamente ficar pulso e respiração porque essa é minha impressão de poucos segundos me mostra q ue há uma suspeita de uma parada cardiorrespiratória então meu toque ao paciente vai ser focado na identificação de uma parada cardiorrespiratória agora imagine o
outro cenário é uma criança que você ver que ela tem movimento Mas ela está letárgica você percebe que ela respira com esforço né pela movimentação torácica que ela faz ou ser visível algum tipo de reparação e eu não queria ser que cianótica né você tem essa informação visual em poucos segundos você entende que não é uma p arada cardiorrespiratória mas esse seu visual já te mostrou que ela é brava né E a sua abordagem inicial vai começar pela avaliação da via aérea vai ser começar pela respiração
circulação mas o que que mostra isso que é importante para o Socorrista eu senti Pediátrico que tá letárgico o paciente Pediátrico que tem alteração respiratória e tem uma alteração de coloração eu já entendo que dentro dos meus recursos de material já vou ter que ir preparar algumas coisas vocês estão lá no su porte básico quais são os recursos que eu vou começar atender esse paciente como por exemplo da posição no meu oxigênio portátil né porque eu já vejo que eu passei aqui Possivelmente vai
precisar de oxigênio né Eu já assustou numa equipe que tem recursos de monitorização já vou trazer recursos dessa monitorização então já começa a organizar o cenário pela minha impressão Inicial Eu nem cheguei a tocar nele mas visualmente eu já começa a entender são para ser integrado ou não ou se n ão é simplesmente uma criança que tá lá com a mãe você chamada porque às vezes acontece muito disso né da gente chegar no atendimento pré-hospitalar e não serão paciente crítico né ser um paciente de
avaliação mais não necessariamente paciente crítico é o passeio de que tá lá acordado você ver um reativo né você não vê grandes esforços na respiração é uma criança a corada maravilha você tá respira e você sabe que Tem tempo maior até de entender qual que foi a solicitação de atendimen to Mas então esses poucos segundos que a nosso primeiro visual EA condição de escutar alguma alteração que se faz é pelo padrão respiratório é o paciente cacheando a paciente que mostra na outras alterações na
ventilação rapidamente a gente tem as informação visual Então esta base ela é fundamental para a gente já saber que caminho vou seguir celutok no paciente na primeira avaliação dele vai ser pensando numa possível parada cardiorrespiratória para não perder tempo na secagem de pulso e respiração ou se eu vejo que eu passei de grave mas não é ainda uma parada Então vou iniciar a minha avaliação pela avaliação primária né o prefeito Michele vai lá o Emerson você vai completar alguma coisa Onde
você falar não não não não não tranquilo eu vou eu vou mostrar aqui para reforçar aqui isso que Michele falou eu disse que eu ia compartilhar um algoritmo não sei se vocês conhecem é uma fonte não muito conhecido aqui no Brasil mas eu acho super interessante os ma teriais que eles produzem que é alimer education E aí olha que coisa interessante isso aqui isso aqui é um algoritmo que está aparecendo aqui na tela vou voltar porque eu tenho que agora tá aparecendo esse aqui é um algoritmo Universal
a parar atendimento de qualquer vítima seja trauma seja Clínico então ele traz aqui essa questão da avaliação da cena tá é Oliver e do queixo depois eu vou mandar até o link de isso aqui no nosso grupo de telegram tá a avaliação da cena sendo assegura preciso de mais ajuda Quantos pacientes e aqui e vai se quarto passo que vem antes da gente entrar no paciente na avaliação primária que o abc Olha que interessante Observe o paciente e omoi seria um mecanismo off em geral seja mecanismo do trauma
numa aí você vai pensar será que está assim que apesar de uma restrição e ruim da coluna para gente saber só manual ou que esse foi um paciente que teve uma que torceu o pé o que tomou um tiro na perna aí você vê claramente que ele não tem preocupação com coluna então isso aí é uma abordagem notaram e aqui é o note que seria o Nation of Angel seja a Natura a natureza da doença para o paciente Clínico vai ser forma a sua impressão geral que Michele tá trazendo aqui especificamente com triângulo
da avaliação pediátrica para definir as suas prioridades e aqui tem o abc que pode ser feito a dependência e vai começar pelos EA depender se vai começar pelo whats a depender se você tá atendendo com recursos múltiplos você vai poder fazer a avaliação de duas dessas letrinhas e tratamento e forma simultânea porque você tem várias pessoas a litros e baseado nisso você vai conseguir estabelecer que Oi gente essa é um doente crítico nessa é um doente que precisa de um transporte porém que não tá
lindo estável naquele exato momento mas não estação de potencial gravidade e um paciente Verde antes de partir para o exame secundário que você tem uma visão geral desse algoritmo eu acho muito legal esse algoritmo m uito interessante algarismos do Lima e aí eu vou compartilhar com vocês depois isso tá enquanto isso eu vou trazer aqui o de volta ao nosso o nosso slide que a gente entrar então na avaliação primária de sua mente uma vez que a gente fez a impressão geral ver o que é que pode ser
feito em cada passo da avaliação inicial de que forma nós podemos tratar esse paciente vamos lá então para letrinha a a pintura das vias aéreas então eu já tenho uma pergunta aqui aproveitando Michele ain da se precisa responder em é o romano perguntou lá que tente não pode ir para estender é isso e outra pessoa perguntou também como é que faz abertura das vias aéreas em crianças e lactentes a abertura manual aqui por exemplo juranez como liberar as vias aéreas manual em lactentes em crianças
tem algumas dúvidas dessas que estão surgindo é a grande questão dessa hiper-extensão é com o ministério tinha dito né assim por si só vi a era pediátrica ela já é um pouco mais anteriorizada e é inclusive por conta disso que a gente tem essas particularidades desses primeiros cinco anos preferi utilizar um homem na reta durante a laringoscopia quando você faz uma hiperextensão né É você consegue além de já ter havia ela exteriorizada promover por um rebaixamento maior ainda da base da língua
rebater essa epiglote acabar fechando a via aérea então o que você teria inicialmente já de uma obstrução prévia você pioram fluxo isso é muito interessante gente porque se eu já v ivi situações em que eu fui fornecer apoio né de assistência em patentes que estavam insuficiência respiratória Até cheguei a mandar para Leu aí uns dois vídeos É porque quando você consegue bom é quando você ir para estendi demais é e você acaba fazendo essas informações você percebe que o senhor paciente que deveria
estar melhorando do ponto de vista de oximetria porque você está fornecendo ou dois no fluxo maior que o paciente está precisando ele não vai melhorando é incrível porq ue você tá fornecendo está fornecendo suporte ele não melhor essa alteração estado e assim porque você fez o aí para extensão E aí acabou que não é não permitiu ter esse fluxo de oxigênio é E aí vem aquela questão que Michele falou perfeitamente é o Coxim a gente preferir colocar nessa região né interesse para forrar porque você
faz com que essa cabeça que ela já um pouco maior mesmo né falou que eu tinha de proporção mesmo na criança acabe permitida que você tem uma abertura melhor Davi era fizer mais os comentários deixe para Michele aí E aí Fala galera vamos aproveitar a imagem lá que legal até para o pessoal entender e visualizar essas informações né Então olha só que interessante Então proporcionalmente né como ele é senhor falou a língua Ela é maior em relação a crença do que no adulto na cavidade oral então nós
sabemos que a causa mais comum de obstrução de via aérea é pelo relaxamento da língua nessa obstrução mecânica então a criança ela se torna mais propensa isso né por ela ser proporcionalmente maior aí dentro da cavidade oral então o posicionamento quando a gente fala no coxinha aqui interessante além dessa dessa situação anatômica É principalmente os bebês as crianças menores a região occipital ela é mais avantajada nela é maior então o que acontece quando eu não tenho uma boa posição né Ou seja
aquele conceito que a gente quer de Retífica via aérea olha só que interessante ela fica fechadinha né então assim é extremamente im portante lá no meu triângulo da avaliação pediátrica eu tô olhando o meu paciente Não respira a mente hoje é uma respiração agónica em apneia faz a gente fica difícil para eles a ventilação mas esquece de cuidar disso né inclusive quando a gente fala e parada né o pessoal fala se a gente não fala de ser AB né Por mais que nós estejamos enfatizando com
pressões efetivas e ventilação a gente não pode esquecer que ter né então esse cuidado Davi E aí Oi Daniele importante e ntão entendendo essa retificação e essa liberação é manual gente olha que interessante Então se eu consigo posicionar eu já melhoro de uma forma positiva né E se elas abertura de via aérea EA partir disto eu vou fazer uma secagem Eu costumo falar que antes de colocar qualquer coisa na face do paciente ou até na via aérea né que às vezes as pessoas fazem Não hoje eu vou colocar
uma máscara dia dois porque está necessitando paciente precisa oxigenação maravilha mas será que se passa a gente não precisa ser aspirado antes né então a situação que é importante então esta via era está em condições e recebeu a dois até coloca uma situação mais crítica né imagina aquele bebezinho que não está ventilando e eu tô lá na né não querendo ventilador quadamente já peguei o anbu Já liguei nós dois não ventilla o jogo de alimentar eu acabo comprometendo mais a minha ventilação porque
todo aquele conteúdo ele vai ser direcionado também para o pulmão então manobras básicas desde r etificação de via aérea fazer uma observação dessa hora faringe entender se ela precisa ser aspirada ou não eu já consigo inicialmente proporcionar de uma forma rápida e simples essa abertura de via aérea Ainda não coloquei nenhum dispositivo adjunto Mas eu já estou identificando né possibilidade simples de fazer essa liberação Inicial então o posicionamento é extremamente importante na Pediatria e é
uma condição de um paciente que já tá muito rebaixado inconsciente não é verdade por que se eu tenho um paciente um pouquinho mais consciente agitado por exemplo imagina uma criança lembrou que o espaço ela não vai ficar deitado de jeito nenhum Então qual que é a melhor posição para ela ela ainda cube ter levado Mas ainda ela tem o neurológico preservado aí bom então esta condição é que eu tenho risco de obstrução de via aérea pela língua pelo posicionamento que a nossa situação de passeio
tiverem crítico porque é um paciente que tem o rebaixamento de nível de consciência importante né essa lente michelix é vamos aqui ó você trouxe esse slide falando também sobre uma característica anatômica aí o endereço ele vai poder trazer também muito da experiência dele que o Anderson ele disse que ele era a pé frio em alguns plantões e quase todo dia que o Anderson dá plantão no SAMU eu vejo que ele que ele que ele tomou a criança é um negócio impressionante nunca vi um negócio desse o
Anderson e aí eu acho que baseado nesses lábios se tem basta nte a contribui em relação a essas diferenças anatômicas as tem muita muita dúvida em relação ao tamanho de tubo como é que seleciona se é concursos em cuff Diário avançada tamanho antes era tão que você pode falar para a gente aí sobre isso lembre-se das suas experiências do dia a dia e essa essa questão dessas intubações aí criança a Estão associadas muitas alinhamento de planetas sabe acontece é é porque assim Às vezes acontece
aquela questão aqui muito associado ao Espírito não tem nada profissional né então assim tem um apoio para dar uma determinada determinado a UPA e aí precisa entubar uma criança só tem uma avaliação de paciente estar impossíveis precisa respiratório era acaba o selecionando e quando não ocorrência primária de né localidade é o o a pessoa o espere o profissional mais experiente é eu costumo é usar aquela regrinha que é muito prática nós vou ver para que Michele vai acabar comentando aí mas aquela
regra é muito prática que a gente us ando o paus né que é o tamanho do tubo se é selecionado da seguinte forma é a idade que a criança tem né para crianças acima de 1 ano né idade e por Quatro mais três e meio tá dando síndico fiz de tubos com câncer é pronto essa questão de tubo e sem cuff hoje a gente não usa Amado eu tinha muito alegre a qualidade pedido por quatro mais quatro no tudo sem cuff só que nas mudanças dd2020 né de outubro é a gente tirou esses tubos em campo e do atendimento
Pediátrico no suporte av ançado porque viu-se que existiam mais bronco inspirações avião maior deslocamento de tubo é para gente quer dar atendimento pré-hospitalar Você tem uma maior capacidade de Sturba são de transportes está associado ao próprio acesso transporte você não sabe se numa velocidade maior vai precisar de uma freada brusca e esse tubo acabar escorrendo e trouxe para a gente a gente já não usava tubos e sem câncer né e agora com essa mudança nessas outras saídas sabe a pressão
cricoide o r io a o Tube sem cuff nós optamos por usar eu uso essa regrinha aí idade / 4 mais 3,5 no estúdio com classe né e crianças acima de 11 anos nos menores de 1 ano a gente tem outras que já era aumente a gente vai usar tubos 43 e meio e nos neonatais a gente usa relacionado a próprio protocolo né prematuros extremos dois meio a isso daí vai aumentando à medida que vamos idade gestacional ou para cada 1 kg do peso da criança um excelente acidente ainda é só então ainda são enquanto ele
tava mencionando aqui ele esses ladinho aqui que tem a questão do dessa regrinha para escolher do tubo e isso é explicado justamente por essa questão do diâmetro da traqueia ele ele poder de ferir né e isso é uma das Um dos problemas que têm já que a Michele falou lá no início que muitas muitas as patologias que acometem crianças e lactentes são patologias que acometem mucosa infecções de vias aéreas superiores e inferiores isso acaba estreitando ainda mais e Michele e podem surgir alguns sinais
e sintomas em situações de Emergências clínicas que a depender até mesmo do tipo de som de que pulmonar que o paciente está emitindo a gente pode imaginar onde é que tá o problema pode falar um pouquinho para gente sobre essas situações Michele envolve a letra a essas patologias Então ela é aproveitar eu vou chamar aqui o deixou eu parece que o netinho já tá aqui com a gente Deixa eu confirmar aqui com a gente e o netinho Antônio Cesário ele vai estar com a gente com daqui a nossa me sa Netinho
ia entrar na Live desde o início mas estava em Manaus no a missão o voltei de ter um charme que foi alterado não para não para também o netinho enfermeiro emergencista do grau também que tiver cortado de conhecê-la nesse congresso do Paraguai que eu conhecia a Michele Então vou trazer aqui o netinho Netinho tá ouvindo a gente aí tosse tô dirigindo eu estou a Então pronto não se desconcentrar não acho que ele não tinha acabou de chegar aí do aeroporto acompanhando a gente tá indo para casa ele
vai ouvindo E aí nós temos fica à vontade e se tiver alguma alguma alguma observação a fazer a qualquer momento eu chamo o leitinho quer os amigos que já é um amigo mas é o Antônio Cesário se apresenta aí para o pessoal e fica à vontade para participar e trazer a sua experiência também para a nossa Live Boa noite essa garota aí é um prazer novamente com você na Live aí é desculpa e tem conseguido aí vou mudou tá um caos essa pandemia da mudando voo mas que eu puder contribuir hoje aí dentro da
larga eu tô aí fique RV E aí ponto para qualquer coisa Valeu Netinho tamo junto então deixa eu trazer aqueles lá e de novo para Michele explicar para gente Essa questão aí da das variações anatômicas e peculiaridades fisiopatológicas de vias aéreas em crianças e lactentes 1 a beleza o Léo eu trouxe ou a Baby para frente as pessoas querem me assustadas com ela a gente é baby essa daqui só ela foi reanimada várias vezes sabe eu nossos manequins també m tava meio aqui ó eu já tentei em cima
camisetinha para fazer uma homenagem a ela não sei se dá para perceber é um rodinha da Viviane aqui então pessoal esqueci até aproveitando agora na avaliação inicial da via aérea né então os ruídos né os barulhos são muito importantes O que é odivel né e a gente sabe né que não mentir a via aérea na Pediatria ela é mais estreitada então qualquer patologia diferente do adulto né Qualquer patologia que cause um edema ou paciente Pediátric o ele vai apresentar sinais muito acentuados né inclusive
pode apresentar sinais de insuficiência respiratória então por exemplo aqui que a gente vai mostrando e tem que ter um diâmetro normal princípio de 4 MM né e o edema que eu passei te apresente né o espaço é muito pequeno né para passagem de ar então uma patologia né que acomete é Pediatria por exemplo a laringite né a laringite o grupo então paciente Pediátrico que ele vai apresentar o quê que pode apresentar pra gente um de sconforto desde um desconforto respiratório ou até sinais é mais como a
gente pegar mais pacientes em desconforto porque os pais percebem alteração criança com aquele barulho para respirar né o escreveu que fica tentando puxar o ar tem pais que fala assim não você tá com uma tosse estranha né que a gente chama de parcelar durante né para falar nossa próxima tosse de cachorro fica aquela tosse rouca porque ele tá mostrando assinar a laranja ela tá fechando a sua vierem superior ela tá começando a se estreitar então é um paciente que precisa de além de oxigenação de
uma intervenção medicamentosa mas pensando lá na minha equipe do suporte básico e já percebe que tem esse ruído né e pela história que tirada pela variação inicial a gente já vai pensar em posicionamento eu Qual que é a melhor posicionamento para criança aquela que é estresse menos porque eu não quero que ela chore né imagine algo extremamente fechado e a criança chorando vai gerar uma turbulência de ar muito grande ele não vai conseguir oxigenar adequadamente Então são passante ainda né que
tá Alerta mesmo irritado mas percebe-se que não paciente que tem o rebaixamento importante nível de consciência muitas vezes o melhor lugar ao colo da mãe mas a gente fica com aquela ansiedade tira do colo da mãe quer colocar na máquina não então se eu passei de que ainda né Tem um nível de consciência mais preservado a mãe consegue acalmar a criança né isso permite que ela oxigênio é melh or tô apertando oxigênio né a mãe consegue me auxiliar com isso naquele imediato no momento em relação
ao desconforto eu consigo proporcionar uma melhora para esse pacientes né e a gente acaba E aí eu mando o cuidados em relação a armadilha de obstrução de via aérea superior por exemplo né Talvez um pouco a secreção na via aérea eu já dei aspirar cuidado com isso você fica cutucando algo que já está edemaciado eu posso piorar essa obstrução então Fazer uma avaliação adequada se a necessidade de realmente de aspiração ou não né isso é importante Às vezes a gente fica ansioso ar não paciente que eu
vou pegar acesso venoso Será que realmente é necessário nesse momento zero estressar a criança em fazer um acesso ou existe outras formas a gente medicar fazer a medicação desse paciente então quando a gente fala aí e ela é pediatra que a gente se preocupa muito com isso porque não pouco espaço de tempo em uma condição mínima ela pode vir a progredir para uma obstru ção é importante que possa levar ela uma insuficiência respiratória né então quando a gente fala aí patologia de vieram superior
a gente pensar nisso eu não posso descartar a possibilidade de uma obstrução por corpo estranho eu tirar Oi Será que eu tenho uma obstrução parcial porque nesta condição pode ser mostrar como a obtenção parcial e no total né no risco de paciente ter né tá com algum objeto algum corpo estranho Então essa avaliação Inicial é interessante pensar nele patolo gia de via aérea superior a não ser de outras situações também com a gente sabe né que a gente tá faltando mais do clínico mas por exemplo um
paciente com queimadura de via aérea nessa no local Então ele me manda o cuidado importante aí do controle inicial de via aérea e em relação à as medidas de intervenção a tanto para abertura das vias aéreas que nós já comentamos bastante aqui algumas peculiaridades em relação as manobras manuais em relação a dispositivos O que é que nós temos que vai que muda em relação adultos crianças lactentes tanto para dispositivo de abertura das vias aéreas quanto dispositivos para fornecimento de oxigênio
e já pode ser alguma medida instituída nesse momento inicial do atendimento né é que é legal Léo põe uma imagem de uma imagem que um dispositivo que a gente usa bastante né conhecido pela equipe técnica que é a cânula orofaríngea né então equipe pessoal é interessante que dentro dos nossos recursos nerd e material de via aérea ger almente a gente Acaba atrapalhando é quando a gente sai para atender criança nós acabamos centralizando Todo o material Pediátrico numa mochila porque eu preciso
ter dispositivos e tamanhos adequados né E a gente tem vários dispositivos né que já tá citando casa Lauro faríngea e colocando oro faríngea na Pediatria ela também deve ser medida né então a gente vai medir lá da Rima labial ao ângulo da mandíbula da mesma forma que a gente faz um adulto Então a gente vai trazer o tam anho de cânula mais adequada para aquele paciente porém a inserção é diferente do que do adulto porque do adulto a gente faz um e é isso gira 180 graus sentiu no palato você pode
fazer o giro ou a posição e 90 graus que eu vou posicionar a próxima rima labial e direciona na Pediatria nós não podemos fazer na manobra de giro porque o palato tá informação ainda então o posicionamento da cânula na hora da inserção ela já fica posicionada da forma como ela deve ficar tá vendo na imagem então a gente não faz giro então muitas vezes né com aquela situação em particular com a criança parte na língua grandes muitas vezes pode ser necessário usar o abaixador de língua
dispositivo para ajudar na inserção direta da cânula Então isso é muito importante porque a gente corre o risco de fazer um giro da cânula fazer lesão de palas e sangrar o que entender que é uma forma diferente de expressão desse dispositivo né não são bem né que foi foi falado sobre tubo endotr aqueal uma coisa que é muito legal que veio para Pediatria gente são os dispositivos supraglóticos né então o que que são esses dispositivos supraglóticos são dispositivos não ele via aérea definitiva né
eles são classificados como via aérea avançada e são dispositivos com a gente insere no passeio de que tem risco Nossa via aérea né então eu passei de ficar inconsciente você nem o reflexo lembrando também tacando lá tá gente só para reforçar que a Ana Laura faríngea né a cânula de g uedel paciente Um para ter reflexo nenhum né tem que estar inconsciente para tá tendo aceitação da Camila e na emergência pré-hospitalar ela foi muito bem vindo esse dispositivo supraglótico cê o que que é legal nós
temos dispositivos para pacientes abaixo de 5 kg né então tudo na Pediatria é direcionado o tamanho por peso então por exemplo e a gente tá vendo os tubos laríngeos né a lei dos tubos laríngeos também tem as máscaras laríngeas e são dispositivos né abordados por enfermeir os né que fizeram o curso de habilitação pelos médicos que são recursos alternativos de via aérea então de repente eu posso ter uma situação crítica ali no meu atendimento ao que era difícil e talvez seja tão tranquilo fazer uma
via aérea definitiva né pensando no papel do médico ela não vier alternativa Ou você tem o enfermeiro na cena né não é o suporte avançado é um suporte né de atendimento que Alguns chamam com uma intermediário ou algum chão uma viatura que a composta por enferm eiros por técnicas avançadas como abordagem de via aérea é um recurso interessante para gente fazer essa proteção de viário inicial um ótimo excelente Michele vou até puxar uma pergunta aqui da Priscila pediu para o Anderson responder a
Priscila perguntou o seguinte o Anderson só hein tuba paciente inconsciente ou tem algum exceção o e Muda alguma coisa aproveitando o Anderson completando a pergunta Muda alguma coisa na sua na sua indicação de intubação do adulto para o para crian ça para o lactente essa tomada de decisão responde para gente aí Essas duas aí ó só em tudo a paciente inconsciente ou tem alguma exceção Ainda não mas a gente tem algumas ações Agora sim a desconvir que a intubação orotraqueal é um dos procedimentos
mais Dolorosos que existindo a maizena nessa Você tem uma indicação de intubação é e você necessita realizar em uma situação que nós temos chamado de uma Viária catastrófica você pode realizar essa incubação com paciente mesmo sem ter r ealizado as redação mas é uma situação específica uma situação particular eu tenho um risco eminente de óbito porque a hipocrisia mata muito rápido e eu necessito entubar essa paciente seja adulto ou Pediátrico porque a não entubação naquele momento vai
fazer evoluir com o Boa tarde respiratório imediata Então tem um risco muito maior de fazer aguardar um processo de sedação aguardar um processo de induzir um como uma analgesia no paciente em detrimento de você realizar int ubação eu já tive circunstâncias dentro da ambulância de presidente do bar por exemplo paciente couve 19 não Pediátrico adulto e que a gente tinha contra indicação a todos os sedativos né pelos em uma cardiopatia complexa grave e nós precisamos realizado com o paciente de
forma corda é bem complicado é um pouco você requer uma experiência até para você fazer uma laringoscopia com paciente acordado se requer uma colaboração do doente você vai quer uma experiência profissional muito boa e você requer a utilização de medicações em dispositivos adequados quando você lida por exemplo situação de lá que tênis é o desculpa situações de fotos de recém-nascidos né sei lá cílios em que você tem um suporte imediato né ouvi um parto agora e você tem uma criança que nasceu e
tem uma insuficiência tem um distúrbio respiratório não consegue manter o padrão respiratório você indica uma entubação porque o próprio ventilação por pressão positiva não tá funcionando aí você real iza a incubação de forma direta assim o reflexo Grosso faringe ele é um pouco deprimido nessa criança então isso vai muito de situação de circunstância para sem custas mas não é necessariamente não é uma regra dizer que toda criança ou todo paciente é Preciso tubalo De forma inconsciente você vai
pela indicação que você tem um ótimo excelente Whindersson Então vamos dar uma continuidade aqui eu sei que dá para falar muito mais coisas de cada letrinha eu acho que nossa Live já tem u ma hora e 20 minutos aqui está na letra ainda então vamos avançar fica Formoso treinamento quem tiver interesse aí depois dentro da Universidade do a PH vão ter curso vai ter um curso por sinal só de vias aéreas em pediatria tá E vai ter toda uma área de conhecimento com vários cursos voltados para fazer
minhas vistas pediátricas então é minhas vistas clínicas traumáticas bradiarritmias taquiarritmias possa lançar da PCR várias coisinhas lá dentro para quem quiser se aprofundar mas a ideia aqui realmente é passar esse overview geral para a gente começar a entender como pensar esses pacientes pediátricos vão passando aletra falamos sobre a abertura das vias aéreas falando sobre a oxigenação sobre algumas peculiaridades dessas diferentes faixas etárias e agora entrando na letra B Quais são
as principais diferenças o que nós temos aqui e eu as principais mudanças também no que diz respeito as intervenções em a beleza pessoal alguma coisa que a gente fi ca muito preocupado né vou fabricar da faixa etária a gente fala assim puxa mudou agora tá dois meses eles até quantas incursões por minuto é adequado agora é só que uma criança de seis a oito anos então tem alguns sinais e alguma frequência ventilatória você grava em qualquer faixa etária então por exemplo Independente se bebê ou se
tem acima de 8 anos uma frequência respiratória abaixo de 10 acima de 60 extremamente crítico né então são valores que não chama muito atenção e possive lmente um paciente nessa frequência ventilatória na hora que eu faço uma exposição do tórax eu tenho mais pessoal torácica é visível é possível entendermos todo o esforço que se passa a gente está fazendo para respirar né Por exemplo criança faz batimento de as anazol vai ser essa de fúrcula pode retração intercostal você vê no próximo da abdômen
que ela retratação Bom dia fragmatica criança que faz compensação que a gente chama que a respiração balancim então é possível perceber o es forço que ela está fazendo para conseguir ventilar e quando está associado a esses extremos e frequência respiratória entendemos que precisamos rapidamente suplementar oxigenação de ser paciente né aí a gente começa a entender Até quanto a nossa intervenção vai ser satisfatória não por exemplo né um paciente que tem cenário e retrações como nós estamos né
embora que você identifique que é um tórax médico né então não tem a simetria torácica não tenho lesões Mas eu vejo esses esforç os respiratórios ou às vezes eu passei de que aumenta o tempo expiratório ou aquele paciente caso esforço maior para respirar e se inicialmente com uma frequência acima de 60 ou abaixo de 10 eu não tenho o resultado adequado com oxigenação que a gente vai começar a pensar em dispositivo e para Pediatria vale a pena a gente pensar em dispositivo de Alto fluxo né então eu
quero ofertar aí né manter Márcia dois né próximo de 100 então quando eu vou ver chorar lá o que simetria da criança eu espero que ela esteja numa oximetria de 94 a 98 Mas além desse valor de oximetria eu espero que esses sinais que ela apresentou inicialmente ela melhore com meu oxigênio porém mesmo com a oferta de oxigênio Pode ser que ela não melhore Então o que acontece ela tá mostrando os sinais de insuficiência respiratória mesmo com a suplementação de O2 então quando eu percebo que o
oxigênio não está sendo suficiente para Nesse quesito começou a pesquisar mais algumas informações e iss o equipe do próximo instalar isso pó e rapidamente Lisboa identificar então paciente Pediátrico sinais esforço inspiratório foi que a gente só tá falando de inspeção torácica né E esse alterada uma saturação abaixo de 94 que condiz com esses sinais e não melhora com oxigênio ele precisa rapidamente ser direcionado pelo serviço né entre hospitalar porque eu posso estar tendo relacionado a isso
patologias relacionadas como por exemplo né O Enfermeiro ou médico quando eles vão fazer aus culta pulmonar é possível perceber essas alterações como por exemplo um bronco espasmo então um bronco espasmo Severo somente oxigênio não vai ser suficiente entende-se que a gente vai ter que começar a fazer intervenções medicamentosas como por exemplo uma inalação né com broncodilatador Então essa consciência da equipe no local entendesse ela tá com recurso limitado não é extremamente importante porque
eu estou fazendo a minha festa inicial o Galaxy G nação do paciente se ela der m anda de um tratamento adjunto que não comporta minha unidade eu sei que eu vou ter ou um apoio do suporte avançado ou direcionar ela pelo serviço médico agora Olá pessoal a equipe de suporte avançado chega na sendo uma equipe de suporte avançado essa equipe junto com o suporte básico vai conseguir terminar a cena e recursos adjuntos para tratar aquelas obter respiratória né porque veja ela pode ser causada por um
grupo espazo ou de repente o paciente tem uma infecção pulmonar muit o grande né mas ó essa diferente uma que ele tá todo com gesto né ele tem o comprometimento né para mandar importante que ele não consegue ventilar então muitas vezes é matar uma situação interessante da pergunta anterior todo o passeio diferente tudo bem com você de repente essa é uma situação que possa pode ser necessária aquele paciente com uma pneumonia grave e tá em Franca falei essa ventilatória e só com a máscara não
resolve você tá lá ventilando ele para tentar oxigenar e vent lá e adequadamente você vê até que ele melhora padrão se entrega para ventilação mas não passei de que você vai ter que ir proteger via aérea então é um paciente e possivelmente ele pode ter o estímulo doloroso então ele vai ter reflexo também uma laringoscopia mas estou preocupe gerando ele então paciente que nos está sem por cento inconscientes Na verdade ele tem um rebaixamento mas ele pode ter alguma a resposta proteger a sua via
aérea necessária essa abordagem de vier avan çada porque ele sozinho ele não vai conseguir ver tirar mais ele está dependente de uma ventilação assistida né e o que a gente fala criança gente nunca tem jejum né dificilmente o bonitinho tá com o estômago vazio não é verdade então muitas vezes a decisão outra hospitalar tem que ser rápido e eu tô lá ventilando legal consegui oxigenar Bento estabilizando bem ele sente não consegue sair da ventilação passei 70 ventilação né ele dificilmente ele
vai conseguir restabelecer de um a forma autônoma o seu drive ventilatório quando se tem uma doença é e aqui vai para CD como aconteceu de via aérea peguei um paciente grave né que vai depender de até de me dar terapia intensiva quando ele Depende de via aérea e ventilação mecânica né é legal e interessante é Michele vou puxar aqui uma observação de uma querida amiga nossa e depois eu queria fazer uma pergunta para vocês dois a Deise a Deise ela é uma colega brasileira que é para médica nos
Estados Unidos já co nhecida nossa que do ibrape ela ela trabalha no serviço de paramédico na Pensilvânia e a Deus ela pega ela falou sobre a fita de brosol né é que lá eles usam bastante a questão da da diferenciação de materiais por cores etc vocês têm utilizado a fita de brauso na prática e qual é a diferença com vocês em relação a isso a relação essa observação da Deise e a minha pergunta aproveitando para os dois também ao será que você me respondesse na sequência é que é que vocês
têm enco ntrado na prática é como se a respiratória em crianças é nessa época de com vida e se mudou se vocês têm se vocês acharam se já encontraram uma criança de respiratória o vídeo o que é que vocês mais encontram a pega móvel de causa de sucesso respiratória em crianças e são duas perguntas uma da fita de bronze e outra da da questão do que vocês têm visto na prática E aí e quem quer começar o Anderson Michele vai lá o Whindersson assim que não será que é e eu não costumo usar fritar não
pois somos a fita é mas é uma questão pessoal é não costumo usar fita do ponto de vista das insuficiências respiratórias é eu te vi um aumento do número de casas e o aumento do número de intubações por isso fiz essa respiratória não era comum já tinha um n de intubação grande em criança mas não era tão comum especial respiratória a minha interpretação de isso é de uma menor é assistência da Puericultura E aí assim o meu maior carro-chefe de incubações em criança nos últimos tempos têm sido o u
por pneumonia Tá certo que é o mais comum para mim e o segundo mais comum são crises de asma grave E aí eu Trago essa relação com a Puericultura é porque é aquela criança que um pouco na classificação né do seu diagnóstico de asma saiu de uma que era controlado ou parcialmente controlada foi para uma outra classificação e não teve assistência no ponto de vista farmacológico mas aumentou aumentou convide eu tive um menor número de casos no outro que eu tive que transferir já estav a entubado não
demandou da minha assistência direta é perfeito vou até aproveitar eu sair aqui rapidinho antes de Michele aí fazer a pontuação dela eu lembrei que eu faço que eu tinha uma fita aqui na na minha mochila só para quem não conhece é a título de curiosidade né a fita de bronze lo que o Anderson não tem o costume de utilizar porque ele tem tudo aqui decorado na cabeça e não é o caso da mais profissionais nenhuma dessa mas tem Deixa eu ver se eu consigo aumentar aqui minha imagem só para para
ficar melhor de vocês verem aqui nessa fita que você consegue medir a criança aqui pelo pelo pela pela fita EA dependência tem várias faixas aqui de peso e que condiz aí muitas vezes com o tamanho da criança você vai ter várias drogas com as suas doses para ficar mais fácil de você é poder selecionar o dispositivo ou medicamento adequado para aquela criança não pode encontrar mais rapidamente algumas respostas né essa fita aí que a Deise estava se referind o E ai diga Michele legal né uma
pergunta agora eu tava procurando a gente a gente eu só para queria mandar um abraço para o pessoal do grau Resgate né e eu sou da Vila Mariana tem uma galera aí acompanha na Live Então manda um abraço aí para os amigos né para o grau geral para todos os componentes aí do Estado de São Paulo e hoje eu não tenho ele no serviço que inclusive eu tava procurando na internet eu vi que a sua tá escrito pede a TAP que eu entrei no site da pele a TAP t em só fita estreitinha tem esses dados Você chegou a
ver essa fita para você calcular o tamanho Mas sem os dados eu não achei ela completinha igual a sua é essa fita aqui foi um presente que eu ganhei e Professor Wesley Pinto há uns 2 anos atrás Então eu não sei te dizer hoje Onde é o onde dá para encontrar essa aqui ó Oi Teca acabei procurando a internet encontrei também se alguém souber é interessante porque é assim ele é muito legal na hora se você está saindo para ocorrência passa m para você a beber e PCR É que geralmente o que acontece
é interessante não sei se acontece isso na realidade do Emerson dificilmente ficam esperando com criança para girar em nossa chegada ou alguém colocou no carro e transportou a gente foi acionada principalmente criança com Bistrô celular o que acaba tendo mais ocorrência de acionamento na nossa região obstrução engasgamento né enquanto tem orientação ali na pelo médico regulador a nossa equipa é despachado e na maioria da s vezes ele já transportaram a criança né então muitas a gente acaba não não
tem nesse atendimento.ao porque as pessoas acabam até levando mas sempre que você saindo acionamento que você já vai pensando ou para criança Possivelmente quando passa o idade né ou até possibilidade que pensa dificilmente passo Mas passo a idade você já vai passando uma criança tu vai para o pior pensando calculando pesos é a situação de parada e já tô pensando que droga são possíveis é convulsão já tô pens ando em quais drogas possível a gente já vai no caminho já pensando na nas dosagens né
mas essa fita ela acaba na hora porque pode ter algum componente que você não sai na medida né que ele tem medidas de tudo medida de cano lá de sonda né as doses e medicações de volume de tudo então isso é muito legal a possibilidade de ter na mochila né E como nenhuma e como né como você falou no início a depender principalmente do serviço de a PH que você é a tua é você não vai pegar muita crian ça grave né então a prática não Você não tem um ano e tão grande quanto quem trabalha no dia a dia
com isso e que acaba decorando né e ficando na na mente as doses os tamanhos etc é um lembrete às vezes que pode ser útil principalmente para quem não tá atendendo com tanta frequência é esse tipo de paz e é Beleza então mais alguma coisa em relação à cinta tentar uma curiosidade não sei se você o pessoal que tá acompanhando aí sabe é Leandro manda um abraço para mim Doutora Michele so u seu fã lá o Michele Leandro pediu um abraço eu aqui ó um abraço por sinal que era até aproveitar Só se eu for
também se você é meu faço se eu for também eu vou até aproveitar esse negócio de fã eu vou até aproveitar para você divulgar os seus instagrams aí para o pessoal poder acompanhar vocês Michele Qual é o seu Instagram só que você botar Michele Jara e já descobre porque seu arroba lá e é meio complicado né É então eu quis colocar o meu Mika Quis colocar vá se que é o meu nome de família de nascimento e que ficou cajara que é do agregado né casou virou Jara inclusive no meu serviço todo mundo me
conhece por Jara né às vezes Alguém chama lá e a Michele que que é me o cara então Michele com dois L Jara vai aparecer uma pessoa lá com macacão laranja né se você entrar lá dentro vai ter algumas atividades de corrida vai ter uma pessoa dando alguns treinamentos alguém lá mostrando alguma coisa de atendimento então tá no Instagram certo aqui eu vou mostrar aqu i o pessoal quiser aí ó acompanhar Michele em falar nisso eu sou eu ia falar viu ainda só não sei nem se vale a pena o Whindersson
divulgar o dele porque eu acho que todo mundo que tá aqui já deve acompanhar essa essa fera no Instagram aqui viu porque Aguiar Diga aí o Anderson o Anderson Araújo aparece o nome aí você vai ver logo essa pessoa de macacão azul você não vai aparecer logo lá ele era muito Compartilhe o meu dia a dia a galera gosta bastante é muito legal eu sou um seg uidores de Whindersson aí também no Instagram eu não sabia né ainda se não conhecia depois que a gente começou a conversar que eu fiquei sabendo
virei seu seguidor eu todo dia eu entro lá para lá para ouvir outro dia dessa é um feedback para Windows Phone de umas dicas para você ali estava com dificuldade não é um problema sério Linda Edson ajudou abaixo muito bom vou passar por um parênteses tá a curiosidade eu queria dizer para vocês que linda essa questão da letra B é você vê q ue a tendência da criança do lactente quanto mais jovem maior a frequência ventilatória né fisiológica e tem uma curiosidade até puxando um pouco para o trauma
aqui na objetivo da Live a gente conhece bastante o método start como um dos métodos de triagem primária né no trauma e uma das formas de classificar muito rapidamente uma vítima vermelha é identificando que tem uma frequência ventilatória abaixo de 10 acima de 30 assim que o método start trás é interessante porque muitos não sabem mas existem alguns outros métodos de triagem primária e um dos métodos que é um derivado do estática chamado metros jumpstart é um método parte para avaliação de
pacientes pediátricos e nesse método jumpstart A triagem em relação à frequência ventilatória é de 15 a 45 claro que eles vão fazer uma média né e não vai pegar a Lilica se for uma criança muito pequena vai ser mais para ser e esse fumar maiorzinho já pode chegar em 20 eles pega uma média de 45 mas para mostrar que a frequência ventilatória da criança ela geralmente maior e por isso que essa essa atualização aqui que a Michele trouxe para a gente não é que American Art trouxe de diminuir para
uma ventilação cada 2 A 3 segundos não tem parada respiratória quanto em parada cardiorrespiratória ou convierem tubaré de ar avançada para sentindo lado tem a ver com essa questão da criança do lactente já ter uma frequência ventilatória fisiológica normalmente mas é levada e ter esta essa etiologia hi poxemica muitas vezes como na origem né do problema o Ok então vamos aqui adiante vou passar aqui o próximo o próximo slide a gente tinha falado aqui Michele sobre a questão desses sons
ventilatórios que eles trazem algumas dicas não esses sinais que traz algumas dicas de em que local da via aérea a pode estar o problema né você quer fazer uma um lembrete em relação a esses sinais tá legal acho que sim avaliação basicamente respiratória né a gente não esquecer então de faze r a inspeção torácica né esse torácica basicamente gente avaliar simetria vale a ser mais esforço que mais frequência né feito isso o que que a gente vai complementar nessa variação é claro que na inspeção eu
já consigo entender sinais de gravidade do paciente como equipe de suporte básico eu já consigo auxiliar esse patético suplementação dia dois né ou se é um paciente que está em uma respiração agónica um paciente que saiu apneia que eu sei que eu vou mentir lá então inicialmente e sses dados são extremamente importantes e rápidos né na sua identificação porém alguns Sons São né são mais passivas a gente vai saber como por exemplo a 7 anos né mas que tá chegando será que é para comprar o que
o espasmo porque aos culto acaba ficando mais restrita por um médico e por enfermeiro através da ausculta você vai conseguir E também qual é a alteração que pode estar relacionada a esse paciente né Por exemplo eu posso ter um paciente com uma lesão cerebral traumátic a importante ou tem um paciente por intoxicação que ele está em apneia você também tirando ele ir lá bonitinho na hora que você vai auscultar você não identifica as grandes alterações né pensando em outro suítes Pode até ser pelo
rebaixamento dele eu tenho um Ronco de transmissão na hora da minha escuta mas por exemplo olha não é uma doença diferente mas não passei time broncoespasmo Então você começa direcionar o que tá levando esse passeio insuficiência respiratória e ao escutei o paciente eu posso ampliar esse meu exame físico né Por exemplo Como qual passam né então o que que eu busco na palpação a gente acaba até fazendo uma poupança maior no paciente de trauma buscando crepitação né deformidade enfisema subcutâneo
e eu posso checar também que pode ser uma situação não traumática a chance de se passei de ter um pneumotórax ter tido uma lesão pulmonar ou um aumento de pressão na ventilação efeito pneumotórax E então muitas vezes eu até faço mas realmente o exame Clínico fazendo percussão nesse Passei aí mas basicamente na chegada dele inspeção torácica ausculta pulmonar e checar a conferência da oximetria que seja compatível com os sinais eu já consegui entender né Quais são os meses intervenções nascendo a
para esse paciente e saber se eu estou com uma intervenção limitada ou seja ele precisa de uma terapêutica medicamentosa lá na cena eu não tenho eu vou ter que direcionar esse paciente o quê com parte isso ou ter o apoio de uma outr a unidade que compartilhe isso então na avaliação Inicial respira basicamente isso né a gente vai conseguir entender o que está causando ou essa alteração ventilatória através dessa avaliação complementar junto à equipe do suporte avançado mais pelo suporte básico eu
já começa a entender a gravidade das minhas intervenções para conseguir oxigenar e ventilaç paciente em somente né acredito que eu tire né Na avaliação Inicial seria isso o prefeito efeito vamos até vamos até a letra C n essa Live de hoje pelo menos pra gente contemplar bem o abc vamos deixar o deu é avaliação secundária para quem sabe Em outro momento a ideia fazer algumas lives aqui inclusive esses caras depois para gente falar uma sobre esporte avançado na PCR em pediatria falar uma live só
sobre isso sim respiratória e poder trazer as patologias e as medidas é de esporte básico avançado fazer outra sobre suporte Neonatal sobre a assistência à gestante a gente vai tomar de fazer vários várias li ves em vários momentos tão para gente ir caminhar aqui em geração ao término de nossa lá e falar da finalizar a letra B falar da letra C eu queria fazer uma pergunta em relação a ventilação por pressão positiva né os dispositivos e os cuidados que nós temos que ter com Viária básica máscara
Face o que muda em relação à técnica de execução quantidade de ar como é que é feita essa questão essa como é que a gente faz isso não é para quem está acompanhando a gente aqui a para atender um paciente que ser de ventilação com pressão positiva tem até um slide aqui que você trouxe Michele que eu vou até jogar aqui para falar um pouco sobre essa questão do desses desses dispositivos O legal é aqui o quê que eu trouxe né para gente ir lembrar aqui também expansivos oxigenação de
tamanho adequado então aqui um exemplo né de máscara não reinalante com reservatório então é uma máscara pediátrica para que se tem uma boa né adaptação a face do paciente né E às veze s pessoal fica com dúvida mas ser uma máscara pediatrica eu abro - litros dia dois Lembrando que abriram 10 litros de os dois né nesse dispositivo você já chega próximo Aí a intenção de ofertar 100% né então dispositivo que também vale a pena a gente iniciar aí com 10 litros né dia dou esse titulando conforme né
a resposta do paciente então o que que é importante saber que vale a pena às vezes criança ela não tolera muito cateter né cateter acaba incomodando a gente até brinca até alguns serviços que chama de seca meleca não sei se tinha ouvido falar nisso né daqui até então né emergência a gente acaba eu queria né dando preferência realmente para dispositivos de ao clube nesta imagem ao lado e trouxe os três tamanhos de bolsa para ventilar de ambos né então mostrando essa pequenininha aqui
e especificamente para o paciente Neumar né então a gente é interessante a gente ter no nosso na nossa bolsa de emergência né que pode ser que eu faço uma assis tência ao parto de um recém-nascido e assistência inicial de reanimação do recém-nascido então dispositivo que interessante a gente ter e logo acima dela já está mostrando o dispositivo Pediátrico né uma bolsa menor pediátrica e logo acima lado então a interessante que se a gente for pensar tela o volume da bolsa pediátrica a gente ficou
porta ela para ter mais possibilidade torácica adequada do paciente e tonality um paciente de três anos dependendo do volume dessa bolsa e assim mas estão paciente muito maior em relação a isso a gente acaba até usando mesmo e a você tem um volume mínimo para garantir né o volume total na ventilação do paciente então cuidado que a gente sempre tem que ter o fato de ser criança às vezes pessoal fica com um pouco de receio eu quero usar a bolsa Neonatal lembra aquela específica não volume menor
específicos para esse público né que no caso da Pediatria ou a gente vai acabar usando a pediátrica ou até a moça adulto conforme com a lei da criança é perfeito Michele e uma observação Extra né Principalmente se tratando de esporte básico que a depender se você não tiver um dispositivo de tamanho adequado você for utilizar um dispositivo maior ou até mesmo com dispositivo tamanho adequado é importante a gente se basear na expansão torácica na observação visual uma vez que você ventilou que o
tórax expandir um pouco já significa dizer que os alvéolos estão preenchidos de ar já tem uma pressão suficiente para levar a cavidade torácica você não precisa buscar o máximo diz possibilidade na hora que você for ventilar porque se você aumentar a pressão intrapulmonar o restante do arco não tá com a máscara parcial vai para viajar para vir esofágica fazer isso façam gasto que estão a capacidade pulmonar ela vai ser determinada pela sua visualização direta diferente do paciente entubado é
o endereço como é que você faz é com paciente entubado a quando você tá ventilando manualmente também não é para para evitar a possibilidade de oi Calma aí depois uma vez que coloca na ventilador mecânico para saber como é que você vai colocar quantidade de ar com esses pacientes como é que você faz esse mágico é uma das coisas muito importantes são serem levados né em relação ao uso de dispositivo bolsa-válvula-máscara é saber que você precisa ir eu utilizar exatamente essas situações que você
usou essa possibilidade Dourados que tomar muito cuidado com a integridade dos dispositivos de segur ança do bolsa-válvula-máscara né dentre eles ou mais importante que aquela válvula de pressão que numa situação em que eu tenha um reflexo do próprio paciente está entubado de uma de realizar uma ventilação um pouco mais exacerbadas esse dispositivo eu lhe permita que você chega no limite segurança e não provoca uma barotrauma é leva-se em consideração Hoje em dia a gente tenta passar o pé e
dublado mais rápido possível para o ventilador não é manter esse sistema fechado até por conta desse questão já era atualização nos passa em taça e tomates né Porque ouviu 19 e os dispositivos e as medidas de impressão elas não estão associadas com a idade com a qual foi indicação e qual a doença pulmonar né então tem uma doença parenquimatosa pulmonar em que eu vou precisar de um abração um pouco maior Então eu preciso manter uma pressão expiratória final um pouco maior esse vai ser muito
relativo Léo é Eu geralmente nas minhas ocorrências primárias com crianças e las duram muito tempo porque nós temos uma questão né no nosso município associada a uma relação de regulação né assim porta de entrada de emergência pediátrica nossa ainda é um problema eu só conheço que durou muito já fiquei 9:00 com a criança entubado em uma ambulância então assim né Oi gente fazer semana legenda ambulância é um pouco mais crítico mais usando o dispositivo bolsa válvula máscara sempre lembrarão que
levar em consideração o tamanho não tem receio de usar ele selec ionar os tamanhos diferentes é e garantir sempre testar sempre testar em garantir todos os dispositivos de segurança seja funciona é perfeito Whindersson aproveitando aqui uma pergunta que eu sei que o pessoal Tem muita dúvida e vamos vamos marcar uma isso depois uma live de falar só sobre reanimação Neonatal né que o pessoal Tem muita dúvida até porque nos Protocolos de de bls e acls nesses ou sincera não se aborda neonatos
sempre lactente criança a Michele que Deus esclareci mento muito legal aqui antes da sua a sua entrada no se você já tava comprando os bastidores dizendo que uma coisa é animação nem o Natal outra coisa é a reanimação do Neonato que está fora do hospital onde você vai fazer o plano de lactente que você aprendeu para ele e elas aqui teve uma dúvida que surgiu em relação esse da Priscila em relação a receber e nem o Natal eu sei que adultos minhas compreensões são solo Firme em recém-nascido eu
tenho alguma restrição pela cabeça da ri m abertura de vias aéreas enfim ela quer saber o que é que de fato muda de a grosso modo da reanimação Neonatal em relação àquela Que Nós aprendemos no SBT ou não é serve para lactentes crianças e nem Whindersson é nós optamos assim eu geralmente faço sem que não falam mais prática é na reanimação Neonatal em se tratando de uma situação de ambiente pré-hospitalar e aí nós vamos falar da PCR que aconteceu no bebê que já recebeu aquela alta da maternidade é
porque assim a gente encontr a uma situação bem específica em que se eu tiver estou falando de um bebê que acabou de nascer e vou dar dois exemplos aqui eu tive duas PCR e abaixo de 28 dias recentes está uma foi um bebê de 23 dias que estava em casa tá é e uma outra foi um bebê que tinha acabado de nascer uma renite nasceu dentro de um vaso sanitário bebê de termo de 9 meses e afogou-se dentro do vaso sanitário e os familiares não retiraram dali eu acho que tem até os internos que estavam comigo
nessa ocorrência que estão assistindo e é Eu opto por fazer porque assim você precisa de uma sincronia muito boa é e precisa de uma equipe muito bem com ele tá então o que eu posso fazer sempre a técnica dedos polegares cansar menos você consegue fazer e consegue ter um controle melhor de dessa questão da compressão torácica e da da da depressão torácica do quanto está fazendo na reanimação e evita é nessas circunstâncias o que se você já tá abraçando o tórax o bebê que você tem essa questão da
Sele cção e completa né é impossível absorção é Apesar de que nós estamos tratando no RN já acabou de nascer e eu vou tratar um abraço aí primeiro e você não vou fazer compressão do bebê que nasceu Agora é sem antes realizar intubação é seu porque eu preciso garantir que se ele está precisando de compressão ele já está entubado ele já tem uma via aérea já definida ele já está em a sua irmã é tratada porque ele parou por em pó na sua maioria das vezes 99,95 das vezes eu preciso garantir que para
realizar a compressão eu esteja com bebê que já tinham uma uma ventilação já tratada então Eu opto sempre por fazer técnica de 2 polegadas nessas menores de 28 dias a mensagem tem alguma outra contribuição em relação a isso eu não acho que vamos fazer 40 mesmo né porque às vezes a pessoal a não Natal sempre interessante né a posição as vezes que faz animação Natal na sala no berçário a posição do compressor é na cabeceira né e as pessoas fazem Nossa mas é diferente né a posição eu falei bom
porque ele tá numa outra contexto né aquilo Bem dito que o Anderson falou o paciente que está sendo comprimido um Natal que tá sendo comprimido ele já está com uma via aérea avançada né então são é uma outra situação que você tenta oxigenar e ventilar ele para manter uma frequência cardíaca mínima receita e não é fácil é a gente não estávamos em cinco nesse bebezinho que meu celular sanitário e eu tinha dois internos que querem do não não tenha experiência que nós temos em re animação né
nesses bebezinho c&mc cliente uma geral de suporte avançado mesmo Pediatria e eu precisava coordenar aquilo precisava tomar as condutas avançadas que eu tive que entubar e mostrar como fazer então faz assim eu tenho que fazer em 1 e 2 e 3 dias 21 e dois e três e o ventilador e eu tenho uma superfície corpórea é muito pequena aí que eu já precisava de um gel para caracterizar o cordão é então é é uma ambiente muito complexo eu acho muito mais complexo e muito pior manejar uma PCR e né eu vou
fazer uma reanimação Neonatal no não vou mais em pequenos adultos porque eu não quero pedir a ter dessa forma e mais assim Numa superfície corpórea é muito pequena e que muitas coisas precisam ser feitas no grau de dificuldade muito maior muito mais difícil conseguir fazer uma caracterização né de um de uma veia periférica é porque você deve mandou experiência maior você precisa de determinado simples mas tranquilidade pouco mais aguçada para fazer aqu ilo Não é fácil não é fácil ainda tem a
questão do emocional né porque é uma ocorrência o que Messi Michele vai ser bem deve ter mais para esse aqui o relação a isso é servido muitas outras situações sempre mexe muito com a gente né mexe demais demais e essa é são a Você tocou num ponto aí que eu tenho certeza que muitas pessoas têm essa dúvida né quem tá entrando numa PH pensa assim como vai reagir emocionalmente a esse tipo de ocorrência são muitas as ocorrências não só com cri anças também com adultos que mexem com o emocional de
situações que a gente Cida para as vezes também com idosos e Michele e o Anderson Qual é aproveitando esse gancho ou uma dica que vocês podem dar para quem tá entrando numa PH para lidar emocionalmente se preparar para pegar esse tipo de ocorrência que pode mexer muito com o emocional ó e vai ser muitas tipo de pergunta então Ele nos Bastidores é e eu costumo falar que a gente que nós somos os curadores feridos né porque eu pelo menos assim um pouco para ela vir eu tive o trabalho é muitos anos
amor também na minha cidade né trabalhei seis anos eu sempre gostei de trabalhar na intervenção e acho que o nosso não no atendimento pré-hospitalar ele acaba ficando um pouco mais aguçado porque você tá no ambiente particular do paciente me fazer vocês essa dentro de uma residência você tá ali com familiares vou por mais que seja uma situação óbvia para você né atendimento de uma parada cardiorrespiratória as pessoa s estão em volta perguntando para vocês ele tá bem né Elas não sabe o que tá
acontecendo entre você tem que garantir assistência do paciente naquele momento e também garante que a família tem informações coerentes O que está sendo feito e você tem a oportunidade de tirar uma história né então eu costumo falar que na hora do atendimento e a gente acaba até tentando fazer um bloqueio emocional para que a gente não perca a linha do raciocínio e consiga realmente executar o que é nece ssário naquele momento mas só que depois que isso passa eu falo para a gente ir desmorona
porque você começa a entendeu lado emocional de tudo aquilo né E quando a gente fala e criança isso gera uma comoção social muito grande né você como socorrista né você quando é pai ou mãe Duvido que não tenho nenhum socorrense aqui no remeteu aquela situação seu próprio filho né gente se põe no lugar das pessoas que estão passando por aquela emergência e quando muitas vezes fecham é favorável Por mais que você faça né todas as ações necessárias infelizmente né você não tem sucesso no
atendimento ao paciente veio a óbito e isso acaba mexendo muito com você da forma como você vai comunicar né Porque por mais que seja óbvia as informações você há 8 você acaba se envolvendo com a sua dor seja maior que a dele que isso não existe essa dor né ser maior do que de um pai ou de uma mãe que perdeu um filho em qualquer cenário que seja Mas você acaba fazendo parte do mome nto da vida de alguém e vai ser talvez a pior história da vida dele ou até uma história de felicidade quando
tem sucesso no atendimento né Então acha que nós profissionais a gente acaba brincando a gente acaba passando pelo que você falou mais próximo com a colega do plantão Então você abre o coração você conversa é você desaba você chora com seu colega que tava ali no cenário não você compartilha então eu falo que tem um homem inicial para tentar controlar e compartilhar isso e também isso mais tarde viu realmente chegou um profissional não né a internet para que a gente não estou na tia às vezes
atrapalhando até nas condutas como atendimento porque a gente não pode bloquear no atendimento a gente não pode às vezes pessoas falam assim não assim mas não é não é frio isso eu falei assim falando às vezes pode até pensar com uma presa Mas se a gente não se bloquear inicialmente essa emoção a gente pode perder o controle da situação né isso que a gente nã o quer a gente quer focar e salvar aquela vida né não sei como que é o sentimento de vocês em relação a isso e às vezes assim é como você
falou e por mais que o fato de desfecho né não sei favorável e eu costumo dizer muito isso o paciente Pediátrico ele dá muitos sinais de que está gravando antes de agravar de pele hora rápido para E por que não foi tratado precocemente as vezes a gente tem um desfecho muito ruim e assim sua independe na muitas vezes de você ter efeito todas as co ndutas corretas lá não a CP um suporte à vontade de vida de informar com uma maestria fantástica e não deu certo né não deu certo assim não voltou
desfecho que você tá esperavam ela aqui não foi aqui deve viver algumas algumas situações de PCR em criança que me marcam profundamente até hoje na primeira PCR de uma criança foi de um bebê que tinha completado trinta dias naquele dia na hora da PCR o horário foi praticamente o mesmo horário do Nascimento e era o segundo bebê daquela mãe que morria de mal subir tá então eu entrei naquele momento dentro daquela casa não é situações mais difíceis para ela né porque ela já me vida aquele pesadelo
Naquela vez uma outra situação e ela me conheceu naquela circunstância né ou de um bebê 222 crianças gêmeas estavam brincando na beira da piscina uma caiu na piscina a outra foi chamar a mãe quando a mãe voltou estava folgado e assim o reanimar e não dá certo entendeu eu só situações muito difícil dizer que marcam muito mu ito muito mesmo Não esquece nunca eu costumo dizer que a gente tem que tratar o família a do do outro como se fosse o nosso família a porque assim o amor de alguém né Essa é a
frase que eu mais mantém um a comer braves aonde meu atendimento e realmente é um assunto que merece ser discutido né mas vezes eu já tive a oportunidade de participar de alguns Alguns Momentos de discussões de mesas de eventos para discutir especificamente essa questão e uma coisa é o sofrimento da família com o a Michele falou outra coisa o sofrimento do profissional não pode ser o mesmo até porque você como profissional com pessoa um dia vai passar por isso E no momento que você passar por
isso em algumas Fera a será o seu momento de vivenciar esse essa dor então a dor é diferente mas nós precisamos de ter compaixão a compaixão é entender a dor do outro se conectar fazer de tudo para que aliviar amenizar a dor do outro mas nós como profissionais ia pegar nós não podemos sofrer o mesmo luto que a família perde a gente vai estar sofrendo isso em cada plantão e isso torna insustentável a gente tem que pensar em nosso equilíbrio mental fora do plantão a família estão pode transformar
isso em um ferro em nossa vida então é uma sabedoria que a gente precisaria falar mais sobre isso e tem mais treinamento para saber como lidar não só com a emoção do momento que uma emoção que vem antes e vem depois que você leva para casa como fazer essa dissociação esse treinamento que nós somos jogados na gaiola do leão EA meio que se vira com isso aprenda a técnica do que fazer mas o que acontece aqui dentro e o que como isso vai impactar sua vida e o restante a meio que cada um se vira no
fim e na intuição e às vezes acaba sendo um pouco destrutivo em nossas vidas então assunto que foi legal a gente entrar esse tema e vale a reflexão o Léo até aproveitar a oportunidade eu sei que na realidade Às vezes a maioria dos serviços mas por exemplo lá no Grau a gente t em oportunidade de uma psicóloga né então de forma a se tem a consulta Sefaz seis por essa situação de forma anônima né então você tem alguém um profissional para seu colega de trabalho eu tava ficando como rotina a gente
vai tirar o canal para trabalhar isso em você né porque nós temos Profissionais que são mais novos que tá começando agora na PH tem Profissionais que são antigos Então como que você trabalha sem controle emocional né a gente tinha uma situação acessibilidade uma f ragilidade maior que não pode interferir nosso trabalho nem na nossa vida sua Grau né gente é um profissional de saúde tem que continuar viver bem né tem que representar bem a nossa profissão fazendo um bom trabalho mas tem que ter uma
vida saudá-la restante quando se tem essa oportunidade desse profissional dentro da mente de trabalho né que faz toda a diferença perfeito é bom vamos caminhando a duas horas de lá e agora ela está chegando no final a gente vai falar da letra C antes d isso eu vou responder uma pergunta que eu vi aqui nos comentários que é uma pergunta da de chuva aqui em relação aniversário do a PH alguém perguntou aqui a Carol já começaram as aulas dos o resultado do PH lembrando o pessoal que a Universidade do
o PH é uma plataforma tipo o Netflix então A ideia é ser um núcleo de educação Permanente em atendimento pré-hospitalar através de cursos livres online você pode fazer várias certificações e já começou então é uma plataforma que vai tá send o continuamente o construída vou até mostrar aqui para vocês ela vai ter várias áreas de ensino aqui na universidade só esse parentes e rápido aqui é disfarce óptico ou nós temos uma área lá de apagar geral a gente vai ter choque vias aéreas a essência do a
PH depois a gente dá uma área de regulação das urgências com vários cursos aqui dentro suporte básico de vida primeiros socorros cada item desse tem vários cursos dentro suporte ao calma numa PH onde Michele por exemplo vai esta r aqui também não no modo Michele como algo de queimaduras temos é suporte Clínico numa PH Hoje nós estamos falando uma live sobre esse assunto cima aqui ó suporte é uma PH aqui dentro nós vamos ter várias aulas com a Michele com né tinham com o Whindersson depois nós
temos a parte do suporte obstétrico não pegar que pôs o Whindersson vai ser quem vai liderar toda essa área de conhecimento é minha agência psiquiátricas Resgate técnico apega à tarde para pegar baseada em evidências carreira numa PH histórias de sucesso traz documentário esse último aqui que a gente não tem logotipo ainda vai ser um de apagar no mundo né Falando fazendo documentários sobre serviços de a PH em outros locais é do mundo para a gente entender a dinâmica Quem são os profissionais a
própria Deise ela já aceitou meu convite para eu ir lá no serviço dela está Já fui o convite para ela foi posso ir aí descer lá Pensilvânia trabalhando sucesso para médico para conhecer ela vem Leo e eu q uero gravar uns documentários mostrando um pouco para fazer esse intercâmbio cultural ou engraçado ao pegar isso são programas assinatura anual onde você paga uma assinatura que dura um ano e lá vai ter vão ter vários cursos não Oi tudo de uma vez porque essa música conteúdos então a forma de
fazer isso é através de um programa de assinatura um gente vai estar acrescentando gravando publicando gravando o publicando E aí você já pode se cadastrar aproveita esse momento de lançamento inclusive que tá com o valor em conta né fica quarenta e poucos em as secretarias por mês eu acho assinatura anual são 480 reais anuais o link está na descrição aí para quem quiser se cadastrar se inscrever e fazer parte ir acompanhando esse desenvolvimento aí da Universidade tá bom e aproveito também para
agradecer a a Michele o Anderson Netinho e todos os demais profissionais maravilhosos que toparam esse desafio e que estão se empenhando para fazer esse projeto dá certo e poder já bastante valor na vida de todos os profissionais da PH é um projeto Pioneiro mundialmente né desafiador mas quem está buscando realmente já era muito valor é para gente fechar nossa Live de hoje falamos do lado b e vamos falar dos e tem várias peculiaridades né Michele aqui em relação a letra C falamos e já do letras
e principalmente quando falou de reanimação e etc mas em relação a identificação de sinais de choque as patologias que podem levar essa vítima é eu sempre fui eu sempre digo viu ainda são e Michele sempre fala assim ó quando a gente encontra um paciente em choque a gente tem que dar graças a Deus por que a gente encontrou ele antes da PCR né a gente tem que agradecer a oportunidade de encontrar um paciente em choque porque se não for por nossa intervenção ali poucos minutos depois ele já
estaria em PCR como a gente encontra vários também e a probabilidade de sobrevida diminui bastante quando espaço estar em PCR né Michele Então como é que a gente lida com o choque letras e o que a gente olha lá pede a treta e emergências Clínicas Eu estou muito bem eu acho que a avaliação também ela é bem direcionada né a gente até fala assim olha para avaliar a parte circulatória eu já tive uma impressão inicial da coloração da pele Então você só quando paciente identificação a pele fria
umidade ou seja Paciência tem sinais né de pele úmida o dia for ética então eu tocar no paciente você já tem algumas informações interessantes e avaliação para a gente ir ou se perder a gente costuma falar que eu sempre começa do distal-proximal né para avaliar qualidade de tempo de enchimento capilar né então chegar até crescimento capilar avaliar pulso periférico né então qualidade de pulso que eu posso ter uma diferença do pulso periférico pulso Central lembrar que o pulso Central no paciente
de até um ano é o pulso braquial né então acima disso a gente acaba ficando o pulso carotid-femoral em qualquer faixa etária né aí a gente vai chegar também pressão arterial e aqui eu chamo um pouquinho atenção né da pressão é para gente considerar o paciente quando ele tem sinais de choque se ele está compensando choca não Então sempre que a gente vai falar aqui na emergência um exemplo paciente que tem uma perfusão aumentada por exemplo a gente considera até dois segundos ou adequado né a
gente tava olhando uma criança com uma profusão de quatro segundos e deixa eu fiquei com o pulso dele é fim não possuo r ápido né quando se tem a possibilidade de fazer o nosso curta cardíaca a gente avaliação ausculta né a fazer mal passam de fígado né para ver se tem área de cogestão ou não na parte pulmonar também ela vai me mostrar por exemplo um paciente com estertores e bilaterais não escuta pulmonar De repente pode ser uma alteração pulmonar mas de origem cardíaca né então já é uma área
de congestão me mostrando o sinal de alteração cardíaca na mesma forma quando a gente faz palpação de fígado né então quando você identifica com o fígado tá mais rebaixado ou passar aqui não é mais uma área de congestão por e somente importante para a gente avaliar qual é a causa do choque do paciente para a gente saber se ele comporta ou não a intervenção ou então quando eu tenho esses achados iniciais alterados com tempo de enchimento capilar alterado qualidade de pulso alterado um paciente
com rebaixamento de nível de consciência para que seja peça ensinar choque estou pensando a hipo perfusão tecidual não vai ser diferente em relação a perfusão cerebral então pode ser um fator também relacionado à rebaixamento do nível de consciência e Toritama e mostrando ele tem sinais de choque né esse conjunto de informações e quando a gente fala de pressão arterial que às vezes pessoas ficou muito fechada e pressão arterial pressão arterial não define choque pressão arterial vai nos mostrar
a gravidade do Choque Qual a fase do Choque que a criança está ela está conseguindo compensar o choque ou já é um choque o que que eu tô entrando nesse mérito porque no slide seguinte você não me engano acho que tá no seguinte eu trouxe os níveis pré a e lembro acho que não está no próximo ainda né é que ainda tá frequência cardíaca que a gente coloca no caso dos copos de frequência cardíaca isso porque esses níveis pressóricos que eu trago aqui não é uma pressão normal do passeio de Pediátrico
é o mínimo do mínimo que a gente considera que ao quinto percentil é um mínimo para a gente entender que aquele sinais de choque do paciente pela gravidade ou choque compensado um choque hipotensivo porque para a gente identificar nível pressórico ideal na criança isso deve manda de algumas informações de sexo de altura idade tão que a gente fala nível pressórico normal eu dependo até de uma tabela para isso né E se você até uma forma mais simples para a gente entender nível pressórico uma
criança em cima de um ano a gente fala que é de 80 90 mm de mercúrio mas vocês a idade quando a gente fala de sistólica mas na verdade que a gente pensa em direcionar nível pré-histórico existe o valor específico conforme sexo e inclusive altura referência e aqui para gente O que que a gente vai trazer aquela situação crítica de emergência estou vendo com o paciente tem sinais de choque mas o que que a pressão arterial ela me mostra a sua gravidade então por exemplo o que que a gente vai
considerar de pressão arterial sistólica né a pr essão mínima mas que nessa seria a máxima Então até um mês de vida ele tem que ter no mínimo 60 esse histórico até um ano ele tem que ter no mínimo 70 ou mais e acima de um ano aí a gente faz uma pontinha quer 70 mais duas vezes a idade da Criança em anos então inclusive ou não paciente acima de 10 anos é igual do adulto que a gente considera né o mínimo de pressão arterial para a gente controlar no adulto de 90mm sair desse histórico então o que
que eu trago aqui não o nível pressó rico ideal mas para a gente entender que aquele paciente que tá mostrando sinais de a parada né se nas alterações de qualidade de pulso alteração de qualidade de pele umidade coloração se ele tá ainda no nível compensado ou hipotensivo daqueles sinais de choque certo eu só para gente trazer algumas informações da avaliação Inicial que ela é basicamente clínicas avaliação né quando a gente tá suspeitando aí dos sinais de choque no paciente E aproveitando tira
puxar uma pergunta aqui que eu acho que deve ser uma dúvida também geral o que é que explica fisiopatologicamente ou científicamente é a indicação de RCP numa criança no lactente que não ventilado adequadamente é que tem sinais de hipoperfusão ele acho que não que não que não ventila que não ventila que tá entrada da respiratória inconsciente e tá com pulso abaixo de 60 né E tá concurso presente bradicardico sem ventilar porque não é que tem que uma criança a gente já iniciaria um procedimento
de RCP nesse s casos e no adulto não teria essa indicação teria indicação de fazer somente as ventilações de resgate qual seria a explicação de vocês em relação a isso ou porque dessa recomendação existe nos protocolos é muito bem eu vou fazer uma parte Inicial vou pedir para o Anderson me ajuda aí nessa sequência tá bom é quando a gente fala aí praticar Diana Pediatria Ela é bem diferente sobre a causa do adulto nessa até que a gente vai trabalhar algoritmo a prioridade de droga não tem nada a
ver e relação à Pediatria porque a primeira causa de bradicardia na Pediatria por epóxi né então quando eu identifico lá imagine naquele a situação que a gente fez lá na impressão Inicial né na no triângulo da avaliação pediátrica chego a criança tá lá inconsciente olho fechado sem movimentação eu tenho impressão que ela não está respirando e para cianótica ia falar assim aí pode ser uma parada com as respira fora daí eu vou lá tiver com esse possibilidade checo pulso e respiração o pai eu
confirmei que ela não respira mas eu percebo que ela tem pulso é mas eu percebo que já tá ela qualidade do pulso já o curso bradicardico certo mas é uma parada cardiorrespiratória não então vou dar chance para essa criança melhorar a frequência ventilatória dela Ah desculpa a frequência cardíaca então o que que eu vou fazer eu vou começar a trabalhar a principal causa de praticar dia na Pediatria que a descompensação pela epóxi Então vou começar aquela sequência que a gente falou
inicialmente vou avaliar essa via aérea liberar manualmente essa via aérea reposiciona Se necessário aspirar tô fazendo manobras básicas e liberação de via aérea Como já identifiquei que ela ou ela tá com uma respiração agónica ou já em apneia eu sei que a massa relacionar para ela então eu sei que eu já vou ter que ver tirar esse paciente 17 e o que acontece na maioria das vezes graças a Deus Os bonitinhos melhor a frequência só ventilando essa é a grande realidade porqu e como eu tô tratando
a principal causa eu consigo melhorar essa resposta da frequência cardíaca já fazendo essa oxigenação Inicial então Possivelmente com esses poucos segundos que eu já iniciei a ventilação na hora que eu for avaliar situação circulatória eu vou entender o que repercutiu ou não ou assistência ventilatória que eu estou realizando E por aí vamos imaginar uma situação liberei inicialmente havia ela estão ventilando vou lá na minha Malhação circulatória e na minha ol ha só circulatória ela extremamente
importante para checar se eu tenho que falência cardiorrespiratória e não simplesmente nasce choque mas falência porque associada não melhora dessa ventilação Possivelmente esse paciente vai ter alteração de qualidade de perfusão Possivelmente pulso periférico já nem palpável por ele está muito filiforme Central né se eu for chegar pa uma pessoa extremamente baixa então ele tem sinais muito graves né de baixa perfusão aí o que que acontece mesmo ve ntilando ele pode ser que a única causa não
seja em pó que você possa ter causas secundárias ainda isso mas só que eu não vou conseguir resolver sozinha às causas mantendo o coração nessa frequência mais baixa então tem que ajudar esse coração a bater então neste momento quando identifica o que mesmo ventilado é oxigenante se paciente na hora que avalia a questão circulatório ele mantém esses sinais de choque vamos e eu ajudo ele comprimido fazendo a receber ó e vou manter essa R CP Aí eu entro no protocolo não é parada cardiorrespiratória
mas entenda o que eu tenho intervenções que utilizaria numa parada cardiorrespiratória do Ritmo e não chocáveis Quais são as suas intervenções eu vou uma tela RCP até que essa frequência ela fique acima de 60 que a cada dois minutos eu vou rechecar eu posso associar o uso da adrenalina para esse paciente Aí como eu tô comprimindo né após a reavaliação adrenalina vai ser colar então não adianta seus pessoal mais não posso faz er adrenalina ela não vai circular né então a prioridade Inicial
compressão e mais do que isso a gente entra no protocolo para pesquisar causa E aí o que que eu tenho que entender além da hipóxia o que mais pode tá levando essa paciente a bradicardia sintomática para você tem que estar ou circulatório dele alterado porque aí vou começar a pesquisar entender se é possível corrigir outras causas que pode levantar isso como por exemplo a hipovolemia intoxicação né então tem vária s outras situações que podem ser relacionada essa bradycardia mas é Obrigatoriamente
eu tenho que ter alteração circulatória Por que imagine uma outra situação imagine o paciente nessa mesma condição de impressão Inicial design acordada a respiração agónica esse a noite avaliei tem impulso mas não respira comecei a ver o ar liberei via aérea objeto ventilando cheguei lá no cê perfusão de 2 segundos o pulso cheio meu pé de cardíaco pede normal para alta ausculta cardíaca normal mais um a frequência baixa de 60 o que acontece ele tem uma bradicardia que não repercute com falei essa
área respiratória então eu continuo minha avaliação para entender o que está causando isso por exemplo o paciente com aumento de pressão intracraniana hora que a gente chega na condição circulatória ele não vai ter os sinais de falência ele vai começar a nos apresentar por exemplo a Tríade de croche que é o rebaixamento do nível de consciência uma respiração e regular mas pelo contrário a partir de hoje não E cadê ele tá precisando bastante eu não posso iniciar receber pelo fato dele estar
bradicardico eu continua avaliação e trataram que tá causando essa alteração de ritmo quer resolver o quê aumento dessa pressão intracraniana então por isso que nesta particularidade no paciente Pediátrico e tem uma frequência abradecar dica que não melhora com ventilação em cima tem repercussão de falei se a cardiorrespiratória nós estamos autorizados a iniciar as compressões Tá certo vocês se achar muito bom acho excelente um Excelente excelente Michele eu vou deixar até o Anderson a vontade
aqui para ele tar complementando Você trouxe o raciocínio de um profissional que tem um entendimento fisiopatológico uma visão de suporte avançado para mim chupar os deve trazer Quando você vai para um bls suporte básico de vida que didaticamente ele busca simplificar bastante a conduta ele não dá oportunidade de dentro do protocolo ao profissional de fazer esse rac iocínio ele tenta ser mais mais simples em dizer o vapor profissional até porque existe um suporte básico de vida uma tendência a
não querer que o profissional já que Poço Central pelo pela quantidade de erro EA baixa acurácia do exame e a questão do paciente está em ausência de ventilação ou ventilação agónica associado nesse caso se for um profissional que checa pulso que se ele não checa puxo basta não tem ventilação e ausência de consciência para iniciar a manobra de reanimação Mas se for um profissional que é capacitado treinar do experiente e vai chegar o poço Oi gente identifica aqui tem curso para trabalhar de
tarde o associado a um paciente inconsciente que não ventila e ele bota no protocolo a questão dos sinais de hipoperfusão que a gente pode até não olhar para esse lado do sinal de hipoperfusão e queria interpretar então ele fala olha começa a receber então comprime esse paciente eu achei muito legal sua explicação para dar essa visão eu acho que todo profissional inclusive suporte básico de vida merece esse entendimento fisiopatológico do que tá acontecendo com paciente que tem que lembrar que
protocolo é para as massas então é para contemplar de forma didática o maior parte para que a maior parte sabe fazer um mínimo que vai ajudar o paciente mas nada impede você comprar o sinal de se aprofundar no entendimento fisiopatológico isso é mais preciso na sua conduta entendendo que o paciente tem realmente Que show de aula M ichele muito obrigado por essa explicação aqui aprendi muito com essa explicação também diga o Whindersson Ah não eu só falei que essa lente explicação não tem nenhum
que que compra me cá foi maravilhosa é muito bom aqui Ah que legal vocês querem complementar mais alguma coisa referente a avaliação da letra v a oportunidade é legal Michele vocês querem complementar mais alguma coisa em relação à avaliação da letra da letra C do paciente questão de acesso venoso choque hipovolêmico q ue ainda tem vários eu não vou para letra ver não mas mas alguma coisa aí Michelle o Whindersson para trabalhar da canção da letra C aqui que você gostaria de ressaltar e não eu
fiz um comentário no canal logo no comecinho é e tu estava falando sobre essa questão da avaliação Inicial é em que Na aparência nós já poderemos visualizar lá quando está valendo com alguns sinais desculpa indiretas que já teriam algumas repercussões né eu lá na avaliação dos seios e a nossa avaliação é qu e é uma avaliação muito muito muito muito organizada é uma avaliação muito sequenciado e ela sistematiza eu falo que sou apaixonado pelo suporte à vontade de Pediatria e apesar de não
ser perdi a data é porque sistematiza muito bem se você segue essa avaliação primária aí dessa forma sistematizada a chance de você deixar passar uma criança grave diminui muito muito muito muito sabe e foi exatamente comentário que Michele acabou fazendo tem pouco tempo que me perdoe pessoal em relação à ah ah ah o marcador da hipotensão e a gente vem sempre batendo nessa tecla de seja no adulto na definição clássica de choque choque não é hipotensão choque o estado de Mato é fogão tecidual e
aqui na Pediatria isso tem um limite muito bem definido e muito importante porque se você tem uma criança que tem sinais e mais perto usam você já tem um choque que ele é chão considerado não é classificado como compensado E você ainda consegue iniciar medidas ali o prognóstico dessa criança dali em diante é muito melhor do que aquele que você pegou no período de chá de choque e hipotensivo então assim atendem tem muito para esse momento da avaliação dos e é de saber a piada paciente de ver
o sinal de má perfusão tecidual é essencial é crucial para fazer se abriu ser crucial para salvar a vida dessas criancinhas aí nossas é muito legal muito bom bom Passamos um pouquinho do horário programado mais ou menos uma hora só um pouquinho mais o bate-papo tava gosto so e realmente eu acho falar e vai ficar salvo aqui no YouTube para vocês tá pessoal essa essa sessão de atualização é uma sessão de atualização da Universidade do apagar que a gente faz semanalmente é com temas variados e a
gente deixa além de colocar a gravação também dentro da Universidade do a PH dentro de um material complementar dessas lives a gente deixa elas também aqui no YouTube é um caso vocês queiram rever vale a pena rever teve muito conteúdo aqui é de qualidade claro que a ideia aqui foi trazer justamente Essa visão mas mas geral porém é mais específica em relação a criança entender que criança não é um adulto pequeno lactente lado pequeno existe toda uma o entendimento fisiopatológico fisiológico
e fisiopatológico por trás dessas patologias O que traz para a gente a mensagem de ter certas prioridades seus princípios são os mesmos né tem que garantir permeada de via aérea tem que garantir ventilação adequada e garantir circulação E perfusão adequada para os princípios são imutáveis mas a gente precisa entender a causa para gente ir tratar na raiz do problema e conseguir reverter com maior precocidade possível tá então fica disponível para vocês eu gostaria de agradecer a todos
que participaram mais uma vez que valoriza esses conteúdos agradecer é um mar tinham que fez o possível para participar e teve tava lá numa missão importante em Manaus Conseguiu dar uma palavrinha ali com a gente está conosco ele vai es tar em outro momento uma live é onde a gente vai poder tá falando sobre PCR em pediatria e afundando mais essa questão dos postos avançados agradeço né tio que vai estar com a gente Universidade ó pega também agradeço o Whindersson que é é um profissional aí
realmente diferenciadissimo um cara que tem inspirado tanto pelo seu lado humano quando p o profissional técnico bastante muita gente aqui aqui na Bahia Que acompanho o trabalho dele mas também no Brasil todo através do Inst agram que que o Anderson acaba de compartilhar um pouco da sua jornada do seu dia a dia que é super interessante super transparente muito natural é muito legal mesmo acompanhar vocês verem essa rotina recomendo que vocês acompanhem eu sei que quanto eu compro seguidores do
Windows e o seu conta verdadeira e a corrida é o Whindersson entre plantão entre residência entre um monte de coisa aí então você conseguir esse tempinho para estar conosco aqui eu fico muito grato e também por i sso eu tempo para estar conosco nós já sabe o PH eu vou ser alunos de vocês aí continuarei aprendendo muito e pode ficar toda minha gratidão Michelle também pela pela pelo seu brilhantismo estar aqui conosco quanta experiência conta sabedoria quanto conhecimento você foi
bastante elogiado aqui ao longo da Live o pessoal muito impressionado com sua capacidade técnica e também em transmitir o conteúdo com clareza com didática fico aqui super ADN e quando os dois e eu go staria de passar aqui a palavra para o Whindersson fazer suas considerações finais para em seguida a Michele poder fazer as suas encerrar oficialmente Nossa Live de hoje aqui mais uma vez melhor Graça Maria te dar um para todos e todos aqui presentes o Anderson eu quero agradecer Léo de verdade eu
tenho convite me pegou um pouquinho de surpresa hoje né o convite mas eu amei de verdade no começo a sentir assim um pouquinho arranhado Mas aos poucos a gente vai soltando entendendo o me lhor a dinâmica de que ela sendo feito agradeço de coração é pela oportunidade pelo espaço pela confiança né Afinal de contas registras junto consigo nem um pouco de responsabilidades também pelo que a gente diz Muitíssimo obrigado fico muito feliz em saber que tenha um seguidor né instalover mil como você é
assim é aqui obrigado E aí tamo junto vamos perdurar compartilhando muito conhecimento aí por muito tempo é o meu desejo de coração de verdade muito obrigado a variar o início série de verdade muito obrigado muito obrigado conheceu o Ah que legal e saiba viu Anderson aqui eu vou lembrar você vai conhecer vários Star Lovers aqui também seguidores seus aqui na empresa nós temos um bastidor com vários e tem que ir no Segue o endereço não sabendo o que é um instalove c&a lá que vocês vão aprender tô
aqui com Hermes é comigo Hermes por sinal é e foi graças a Hermes que eu conheci Michele que Hermes restante enfermeiro ou Hermes a enfermeiro do lá do Maranhão fez enfermagem na verdade mora no Maranhão fez enfermagem em Araguaína Tocantins hoje faz medicina em Pedro Juan Caballero Paraguai mas porém moro em Ponta Porã a levar em volta porão ali na fronteira E aí hoje tá morando aqui na Bahia comigo ela deu uns meses juntos encontro né Satanás é pandemia e Wesley também um fã viu o Anderson
estamos junto Obrigadão diga Michele contigo aí o estamento oficial de nossa Live eu já me despeço daqui as últimas palavras serão suas Muito obrigado C aramba hein e Responsa pessoal gostaria realmente é né eu achei que trabalhar na emergência é uma oportunidade única né Acho que parabenizar todos que estão aí né no olho do furacão todo dia né Às vezes uma carga horária extensa né desgastados cansados mais sabe que faz a diferença na vida de alguém né Eu entendo procura né quando a gente escolhe
trabalhar emergência a gente tem uma missão muito grande uma responsabilidade muito grande né porque dentro da área da saúde de uma forma el etiva quando você quer melhor profissional você tem a oportunidade de escolher né Aí eu quero passar pelo melhor médico o melhor pediatra melhor cardiologista melhor Clínico melhor gineco-obstetra quero ver melhor enfermeiro quero ser atendido pelo melhor técnico eu quero ser atendido pelo melhor profissional da área da saúde seja ele qual for né de uma
forma eletiva você tem a oportunidade de escolher na emergência e se não tem essa oportunidade de escolher o melhor profissional Mas ele tem o direito de ter não melhor profissional porque ele não escolheu tá ali no momento de emergência mas a gente Sim a gente escolheu tá ali naquele momento de emergência Então a gente tem o dever de garantir direito dessa pessoa ele tem um melhor atendimento tem essa oportunidade de escolha então eu amo muito essa área realmente ela me completa como
profissional dentro da enfermagem que eu escolhi como ser humano eu aprendo cada dia mais né Tá tendo essa oportunid
ATENÇÃO: PROMOÇÃO DE LANÇAMENTO CURSO ONLINE DE APH ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR COM CERTIFICADO DE 80 HORAS E CARTEIRINHA

ria




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