DPOC - DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA NO APH, O QUE FAZER?
DPOC - DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA NO APH, O QUE FAZ
DPOC - DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA NO APH, O QUE FAZER?
o olá amigos por aqui o professor gil moraes com os nossos tópicos de emergências clínicas nesse vídeo eu quero trabalhar um assunto muito importante com vocês doença pulmonar obstrutiva crônica mas não doença pulmonar obstrutiva crônica a exacerbação da de pvc no a ph o que precisamos fazer é série a e olha só é de madeira já suas principais referências no tocante a este assunto e nós precisamos entender que ao falarmos de doença pulmonar obstrutiva crônica nós temos uma doença que
é caracterizada por uma obstrução da via aérea do indivíduo da parte inferior da via aérea na verdade uma obstrução ao fluxo de ar normalmente nós temos duas condições que podem estar associadas a dps a bronquite crônica ou enfisema pulmonar o que é bronquite crônica qual a definição da bronquite crônica é uma tosse crônica produtiva por 3 meses ou mais em ao menos por dois anos consecutivos e esse excluindo outras causas relacionadas com a possibilidade aí dessa tosse crônica produt iva
já quando nós falamos em relação eczema pulmonar o enfisema pulmonar vai ser caracterizado por uma perda diária bom nós teremos aí um aumento dos espaços aéreos distais ao bronquíolo terminal e destruição das paredes sem haver fibrose branco dessa forma possibilidade de outras doenças é importante destacar que nas imagem do emergentes quer que a gente percebe aqui é os alvéolos em sua estrutura normal aqui nós estamos visualizamos alvellos a bronquite crônica olha só que a presença de inflamação
a presença de muco e nessa terceira imagem nós percebemos aqui os alvéolos diante de uma situação de enfisema pulmonar mas percebemos aqui um espaçamento ficou de estendido esses alvéolos perdeu aqui a estrutura da superfície alveolar muito bem olha só o que que pode causar essa situação da doença pulmonar obstrutiva crônica no indivíduo e consequentemente a isso ele desenvolveu uma exacerbação aguda 10 e então é só os principais agências estão relacionados co m tabagismo na maioria das vezes na
maioria das vezes o indivíduo que vai ter doença pulmonar obstrutiva crônica ele tem história de tabagismo mas também pode ser que seja o indivíduo que ele foi exposto por tempo prolongado a fumaça ambiental ou a outras partículas nocivas e aí nós precisamos destacar também que existem fatores genéticos também que podem é acabar interferindo em relação a causa da doença pulmonar obstrutiva crônica como por exemplo a deficiência da automático tripsi na que é uma proteína que acaba inibindo a
elastase dos neutrófilos que são uma enzima pulmonar e que pode acabar é fazer com que o indivíduo tem uma predisposição para desenvolver doença pulmonar obstrutiva crônica mas como eu falei para vocês a maioria dos pacientes com dp ou você clinicamente significativo humor pelo menos um maço por dia durante há 20 anos então isso é muito importante você a tentar na sua história durante a avaliação do doente estima-se que 15 por cento de todos os tabagistas desenvolvem doença pulmonar obstrutiva
crônica que olha só o aspecto do indivíduo com enfisema pulmonar aquele tórax em barril hora que você quiser matoso é muito conhecido também como só pra dor rosa que é que a gente tá visualizando aqui como seria ali é aparência do indivíduo com bronquite crônica essa faço pletórica é meia cianosada como a gente percebe que ele é muito chamado também de torcedor azul mas vamos que vamos e com essa pediu patologia da doença pu lmonar obstrutiva crônica o que é que na verdade vai acontecer com
esses indivíduos olha só o que nós temos a uma inflamação crônica pelo que nós percebemos que vai ser causado normalmente por partículas inaladas isso causa dando a via aérea vai causar o estreitamento dessa estrutura inferior da via aérea vai causar um aumento da produção de muco uma dificuldade para um indivíduo eliminar esse muco em consequência isso nós teremos uma situação de posse a crônica que vai acabar a fetando os quimiorreceptores e aí o indivíduo ele não vai conseguir reagir a
pontuações do nível do oxigênio no sangue isso é muito importante nós entendermos é existe um declínio da função pulmonar obviamente à medida que a doença ela vai progredindo os pulmões vão tornar hiperinsuflados é isso que vai acabar acontecendo e nós teremos ali uma situação de hipercarbia ou seja um aumento da concentração do gás carbônico a nível do sangue arterial eu teria um aumento da pco2 que a gente aprende analisa muito isso na mente do intrahospital gasometria e esses indivíduos vão
desta condição eles vão ter uma hipercard a crônica e 12 acessibilidade dos quimiorreceptores de maneira que os indivíduos eles vão ter a hipóxia como principal mecanismo para o controle da ventilação olha que interessante é daí é de onde vem aquela conversa que o indivíduo que tem depois você se o woofer tal oxigênio para ele uma alta concentração ele pode ter uma diminuição do estímulo r espiratório justamente efeito da expressão nos entender e que realmente de fato oxigênio em alta
concentração pode diminuir um pouco estímulo respiratório desses indivíduos e eles vão ter um consequência isso um alto risco para insuficiência respiratória mas avaliando doente quando você chegar lá no ambiente na casa desses indivíduos olha só olha essa senhorinha aqui você percebe que ela usa oxigênio ali de maneira crônica então a doente crônica então isso aí na sua observ ação do cenário você já pode perceber já pode por favor em relação a essa a esse tipo de patologia em relação essa
doença mas quais são ali os sinais clínicos de elipse na ausculta pulmonar você pode encontrar e vigilância que eles são pais com assobio né é característico de uma via aérea é estreitada do ar passando por uma estrutura de viajar estreitar aumento da frequência respiratória redução da saturação de oxigênio agora toma cuidado com isso como esse paciência eles são re tentores crônicos de gás carbônico por vezes ele já saturam baixo é muito comum pessoal ficar ali meio batendo a cabeça na hora sem
entender porque que o paciente ele está saturando 88 89 por cento e ele encontra-se aparentemente bem muitas vezes uso da musculatura acessório é de uma periférico hiperinsuflação pulmonar você pode perceber aquele tórax em barril no doente item ressonância a percussão por conta desse aprisionamento e esse aprisionamento de ar roncos grosseiros e espaços por conta de uma doença que causa a obstrução de vias aéreas inferiores nós precisamos destacar também existem alguns sinais e sintomas de
exacerbações agudas presta atenção exacerbação aguda que seria dispneia e tosse tosse produtiva intolerância aos esforços sibilância do desconforto no tórax sudorese ortopnéia aquele paciente que ele vai respirar melhor quando ele tiver na posição em pé ou até mesmo sentado então olha só presta muita atenção aqui em alguns detalhes esses dado s que eu falei até agora eles são bem colocados pelo advance-medical mais suposto pelo a mls é o medicina de emergência né o livro que é o livro texto
utilizado na faculdade de medicina da upe é basicamente ele traz ali alguns critérios que são de acordo com é o gold que é a a global para o tratamento da doença pulmonar obstrutiva crônica que são baseados nos sinais cardinais sinais e sintomas cardinais ou manifestações cardinais assim chamadas também para nos classificarmos ess as exacerbações e podem ser classificadas em leve e moderadas e graves presta atenção quais são esses essas manifestações cardinais são três piores da dispneia e
aumento da spectra são e alteração ali é dessa expectoração alteração dos carros do paciente ele apresentando um escarro purulento muitas vezes associada a uma infecção que é um dos fatores um dos grandes fatores que podem desencadear no paciente já tem de ser uma exacerbação aguda da doença pulmonar obstrutiva crônica tranquilo aí olha só se tem só um desses sintomas seja classificado como leves que tem dois seria classificada como moderado eu tenho três seria classificado como rezar servação
grave atenta aqui para o seguinte olha se dívida ele tem estruturação abaixo e noventa porcento está se mantendo apesar da terapêutica na verdade a gente é tem que dar essa tolerância também para esses pacientes porque eles podem já estatura abaixo como nós falamos só tem que tomar um cuidado aí não se apeg ar tanto ao valor numérico taquipineia né por cerca de 30 respirações por minuto indicando uma possibilidade inclusive uma insuficiência respiratória cianose periférica ou central alteração
do estado mental que pode ser causada ali por essa a hipercapnia o indivíduo retendo muito gás carbônico então você atende porque isso aí são episódios críticos normalmente está diante de situações de episódios críticos como é colocado pela mls outro ponto importante na expressão nos destacar em relação ao tratamento o que fazer para esses pacientes em relação ao tratamento a grande base do tratamento e a manutenção das vias aéreas da oxigenação e ventilação do doente dessa forma nós precisamos
destacar que se for necessário oxigênio suplementar você pode iniciar ali para o indivíduo com cateter nasal ou venture lembrando que são dispositivos aí que como mandar uma concentração de oxigênio menor é por exemplo aventure no máximo você vai tá mandando ele cinquenta por cento d e fração inspirada de oxigênio vai de 24 a cinquenta por cento e você vai é fazendo ali titulando na verdade para manter uma saturação de 88 a 92 por cento essa recomendação de acordo com medicina de emergência se o
paciente ele permanecer hipóxico é vocês sempre permanecer hipoxemico preparar para o manejo mais agressivo dessa via aérea por que pode indicar uma falha outro ponto importante que eu quero chamar sua atenção é que pode ser ali necessário e muitas vezes esse paciente ele s vão acabar se dando muito bem a terapêutica da utilização de ventilação não invasiva que mais adiante nós iremos falar né então muitas vezes a ventilação não invasiva ela pode livrar o paciente é descer por exemplo
entubado que a incubação muitas vezes acabam aumentando ali é até os riscos de mortalidade em relação a esses indivíduos né então pode ser aplicado se houver a necessidade pela intubação sequência rápida e sempre atentar para o seguinte às vezes nós temos muit o medo de ofertar oxigênio para esses pacientes com medo de lhe perder o estímulo respiratório mas o próprio a mls ele coloca olha preste muita atenção porque a hipóxia permissiva pode ser ruim como um plano terapêutico para esses pacientes
eles podem acabar se complicando outro ponto importante é abordagem farmacológica em relação ao tratamento sem a base de petros 2 agonistas três doses em intervalos de 20 minutos basicamente e levou nós falamos principalmente de a utilização de ant icolinérgicos como por exemplo ipratrópio e a utilização de corticosteróides sistêmicos como a metilprednisolona quando nós falamos é de exacerbações mais graves ou até mesmo exacerbações moderadas e naquelas que são mais leves pode ser considerado
o corticosteróide por via oral com por exemplo a prednisona é então aqui nós temos algumas imagens cateter nasal máscara de venturi nebulização parece paciência aqui tá sendo feito aqui uma terapêutica com cpap o paciente não é uma pres são contínua nas vias aéreas do paciente e aqui olha só falar um pouquinho sobre a ventilação não invasiva algumas benefícios é vários ensaios clínicos randomizados já foram feitos em relação a comparar a ventilação não invasiva e pacientes que não receberam
ventilação não invasiva dessa forma é quais foram as conclusões quais os benefícios da ventilação não invasiva traz menor estar as menores taxas de mortalidade melhora significativa para o doente e traz uma diminuição do tem po de internação hospitalar então são um ponto muito importante agora nós precisamos destacar que normalmente é inclusive uma das recomendações que nós temos do medicina de emergência que se você for fazer a ventilação não invasiva você poderia optar ali pelo bipap que a
pressão contínua nas vias aéreas que vai ser executada basicamente em dois níveis onde você tem ali a empate né a pressão inspiratória na inspiração de 8 a 12 cm de água e na expiração de 3 a 5 cm de água mantend o ali no modo de pressão de suporte ventilatório para o paciente no modo pve porventura houver a necessidade de intubação traqueal uma expressão nos destacar aqui o seguinte quais são é os indícios que nós é precisaremos ter um tratamento mas é para esses paciência de como possivelmente
a intubação orotraqueal alteração do nível de consciência bradycardia o iminente de parada cardiorrespiratória e uma evolução desfavorável desses pacientes tão fica esses detalhes importantes relacion
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